A professora chega na sala e pede para cada aluno fazer uma poesia. Após uma hоrа, pede que os alunos comecem a ler o que tinham escrito. — Maria leia sua poesia. — Mãe é graciosa, bonita como uma rosa. — Ótima Maria, parabéns! — Pedrinho leia a sua. — Natureza é vida, natureza é amar, devemos nos unir para ela preservar. — Muito boa, nota 9. — Joãozinho, agora é sua vez. — O peru tem pena no cú. — Joãozinho! Que coisa mais feia, refaça a sua poesia, e não me venha com imoralidades. Depois de 10 minutos a professora pede que ele releia a nova poesia. Então Joãozinho pega o papel e lê: — O peru tem pena no pé, só não tem pena no cú porque a professora não quer.
A professora chega na sala e pede para cada aluno fazer uma poesia. Após uma hоrа, pede que os alunos comecem a ler o que tinham escrito.
— Maria leia sua poesia.
— Mãe é graciosa, bonita como uma rosa.
— Ótima Maria, parabéns!
— Pedrinho leia a sua.
— Natureza é vida, natureza é amar, devemos nos unir para ela preservar.
— Muito boa, nota 9.
— Joãozinho, agora é sua vez.
— O peru tem pena no cú.
— Joãozinho! Que coisa mais feia, refaça a sua poesia, e não me venha com imoralidades.
Depois de 10 minutos a professora pede que ele releia a nova poesia. Então Joãozinho pega o papel e lê:
— O peru tem pena no pé, só não tem pena no cú porque a professora não quer.