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Um grupo de freiras morreu e foi para o céu. Nos portões do Paraíso, um anjo se revelou e falou para as mulheres:
— Irmãs, antes de passarem pelos portões, devo pedir-lhes somente uma coisa: que lavem com água benta cada parte do corpo que, enquanto estiveram no mundo carnal, encostaram nas partes íntimas de um homem.
Depois de alguns murmúrios, as freiras começaram: uma lavava a mão - "Esbarrei sem querer", dizia ela. Logo em seguida, outra lavava o abdômen, usando o mesmo argumento. De repente, uma freira gritou:
— Eu quero ir antes da Maria Antônia! Eu quero ir antes da Maria Antônia!
— Por que isso, irmã? - perguntou o anjo.
— É que eu quero fazer gargarejo antes que ela enfie a bunda.
Na aula de religião, a freira pergunta aos meninos e meninas da turma:
— Qual é a parte do corpo que chega primeiro ao céu?
Uma menina levanta o braço e diz:
— As mãos, irmã.
— E por quê?
— Porque quando rezamos, elevamos as mãos ao céu.
Nisto, Joãozinho pede licença à professora e contesta:
— Não são as mãos não! São os pés!
— Os pés, Joãozinho? E por quê? — pergunta a freira.
— Bem, esta noite, fui ao quarto dos meus pais. A minha mãe estava com ambas as pernas levantadas, os pés no ar, e gritava:
"Meu Deus, meu Deus, estou indo... estou indo"... Ainda bem que o meu pai estava em cima dela, segurando, porque senão ela ia mesmo...
O soldado chegou correndo a uma bifurcação e viu uma freira de pé ali. Sem respiração, ele pediu:
— Por favor, Irmã, posso me esconder sob seus trajes por alguns minutos? Eu explico depois.
A freira concordou. Logo em seguida, dois soldados chegaram correndo e perguntaram:
— Por favor, Irmã, você viu um soldado que passou correndo por aqui?
Ela respondeu:
— Ele foi por ali.
Depois que os policiais sumiram, o soldado engatinhou para fora do hábito da freira e disse:
— Eu não sei como lhe agradecer, pois eu não quero ir para o Iraque.
A freira respondeu:
— Eu posso compreender muito bem o seu medo.
O soldado acrescentou:
— Peço-lhe para não me considerar rude, ou impertinente, mas você tem um belo par de pernas.
A freira respondeu:
— Se você tivesse olhado um pouco mais para cima, teria visto um belo par de bolas, e percebido que eu também não quero ir para o Iraque.
Um casal de hippies estão sentados em um banco do parque, quando um par de freiras anda perto, um deles de muletas e com a maior parte de sua perna engessada. O mais extrovertido dos dois hippies pergunta:
— Oh, cara! O que aconteceu? Você está bem?
A freira mancando responde:
— Sim, meu filho. Eu escorreguei, caí na banheira e quebrei a tíbia. O médico disse que eu vou ter que ficar com o gesso por mais duas semanas.
— Bastante, hein, cara. Bem, boa sorte e, uh, Deus abençoe?
Ela responde:
— Obrigado, meu filho - , e elas continuam no seu caminho.
Quando eles estão fora do alcance da voz, o primeiro hippie pergunta ao outro:
— O que é uma banheira?
— Como eu poderia saber, cara? Eu não sou católico.
Um bêbado entra em um ônibus e encontra uma freirinha. Ele embebido em álcool não se contém e começa a fazer elogios ao corpo escultural da freira.
— Freira gostosa, cheirosa, vou te fazer mulher, esquecer a religião.
A freira se manteve indiferente durante toda a viajem.
Quando a freira desceu, o trocador, que observara aquela situação, dirigindo-se ao bêbado, lhe disse:
— Ficou interessado na freira? Mulherão né? Eu também já fiquei apaixonado. Se quiser alguma coisa, ela desce aqui todos os dias, às 19:00 e vai para frente do cemitério esperar que Jesus se revele a ela.
O bêbado no dia seguinte não pensou duas vezes.
Se vestiu a caráter e foi para a frente do cemitério, às 19:00. Chegando lá, a freirinha já estava esperando Jesus.
O bêbado se aproximou e se identificou:
— Freirinha, seus dias de espera terminaram. Estou aqui para purificar de seus pecados.
— Não acredito. Depois de tanto tempo me resguardando para você, finalmente me aparece. Mas como vou saber que é você mesmo?
O bêbado, maliciosamente responde:
— Você se lembra daquele bêbado que ontem lhe importunava? Pois é, foi eu quem evitou que ele lhe fizesse mal.
A freirinha não conteve de emoção. Declarou seu amor ao Jesus e se entregou.
O bêbado, cheio de si, fez a festa. Se entrelaçaram por duas horas. Quando terminou não se agüentava de rir.
— Freirinha burra. Você é muito inocente. Você se lembra do bêbado de ontem à noite? Pois é. Sou eu. Fiquei te esperando vestido de Jesus e você acreditou.
A freirinha emendando a risada do bêbado respondeu:
— Вurrо é tu. Eu não sou freira. Eu sou o trocador.
A freira vai ao médico:
— Doutor, estou com um ataque de soluços horrível. Não consigo comer, nem dormir... nada.
— Tenha calma, irmã, que vou examiná-la.
Ele examina-a e diz:
— Irmã, a senhora está grávida!
A freira se levanta em pânico e sai correndo do consultório.
Uma hоrа depois o médico recebe um telefonema da madre superiora do convento:
— Doutor, o que é que disse para a irmã Carmen?
— Madre superiora, como ela tinha uma forte crise de soluço, passei-lhe um susto dizendo que estava grávida. Ela parou de soluçar?
— Sim, a irmã Carmen parou de soluçar, mas o padre Paulo fez as malas e sumiu!
Dois padres estavam hospedados em um convento para participar de um grande evento religioso.
Para não incomodar as irmãs que residiam no local, eles pouco saíam do quarto e tomavam banho bem tarde, para não encontrar com nenhuma freira.
Certa vez, eles foram tomar banho no vestiário e perceberam que estavam sem sabonetes.
Então um deles disse:
— Eu tenho sabonetes no meu quarto. Vou buscá-los!
Pensando em ganhar tempo e nunca imaginando que alguém apareceria naquele horário, o padre foi buscar os sabonetes, completamente nu.
Já no seu quarto, ele pegou dois sabonetes, um em cada mão e se dirigiu ao banheiro, onde o outro padre o esperava.
Na metade do corredor ele se deparou com três freiras que ficaram perplexas! Não tendo onde se esconder, o padre encostou na parede e se imobilizou, como uma estátua.
As três irmãs se aproximaram da estátua, admirando a perfeição da obra até que uma delas levou a mão à genitália da estátua e puxou o órgão do padre, que, assustado, deixou escapar um sabonete!
A segunda freira exclamou:
— Nossa Senhora! É uma estátua distribuidora de sabonetes!
As irmãs ficaram estupefatas e, apenas para comprovar que a estátua era um distribuidor de sabonetes, a outra irmã também puxou o órgão do padre, que imediatamente soltou mais um sabonete.
Então a terceira freira repetiu a operação e não viu nenhum sabonete. Tentou puxar mais uma vez, e nada! Mais uma, mais outra, tudo para ganhar um sabonete também, até que ela gritou, cheia de entusiasmo:
— Irmãs, a estátua também solta sabonete líquido!
Um dia um padre e uma freira estavam cruzando o deserto como missionários de uma igreja, que atende os pobres. De repente o cavalo em que eles estavam cai morto no meio do deserto, e depois de dias perdidos no deserto sem água os dois entram em desespero:
— Padre e agora, estamos sem cavalo e sem água perdidos a dias, o que vamos fazer?
— O jeito é confessarmo-nos antes de morrer, nossos desejos de vida.
— É mesmo! E qual é o seu desejo padre?
— Sabe, eu nunca vi uma freira sem as vestes, eu gostaria de ver uma agora!
A freira para atender o pedido do padre fez um último sacrifício e tirou toda suas vestes e ficou completamente nua. E o padre só olhando e fala:
— Hum! E você irmã qual o seu desejo?
— Eu também nunca vi um padre pelado, eu gostaria de ver um agora!
E o padre retirou a suas vestes todo empolgado, e com seu membro erguido. A freira olha o meio das pernas do padre espantada e fala:
— Padre! O que é esse negócio grande no meio de suas pernas?
— Irmã, isso é um membro viril e que introduzido num buraco gera uma vida!
A freira toda empolgada:
— Então, o que está esperando, enfia logo no cu do cavalo, pra ver se ele ressuscita e tira agente daqui!
Um padre e uma freira estão viajando pelo interior do Canadá, e acabam ficando presos numa tempestade de neve. Ali perto há uma cabana, onde eles param para descansar. Eles estão exaustos e com muito sono. Na cabana há uma pilha de cobertores, um saco de dormir e apenas uma cama. Quando vão se preparar para dormir, o padre diz para a freira:
— Irmã, pode dormir na cama. Eu durmo no chão, dentro do saco.
Assim que ele fecha o zíper a freira diz:
— Padre, estou com frio.
Ele abre o saco, levanta, pega um cobertor e o coloca sobre a freira. E mais uma vez ele se enfia no saco, puxa o zíper e se prepara para dormir, quando a freira volta a falar:
— Padre, estou com muito frio.
Ele levanta, pega um outro cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a tentar dormir. Apenas seus olhos se fecham e a freira se lamenta mais uma vez:
— Padre, estou com muuuuito frio...
Desta vez, ele permanece deitado e diz:
— Irmã, eu tenho uma ideia. Nós estamos aqui perdidos em algum ponto do Canadá, onde nunca ninguém vai saber o que aconteceu. Vamos fingir que somos casados?
A freira, toda animadinha, responde:
— Por mim, está bem!
Então o padre berra:
— Роrrа, mulher, te levanta de uma vez, pega essa меrdа de cobertor e não me enche o saco!
Num convento de freiras, daqueles bem ortodoxos, a Madre Superiora levanta da cama e exclama:
— Que noite linda! Hoje estou tão feliz que vou até tratar bem as freiras!
Então ela sai do quarto e encontra uma freira no corredor:
— Bom dia, Irmã Josefa. Está com boa aparência. E que bela camisola está a tricotar!
— Obrigada, Madre. A senhora também está muito bem, mas parece que se levantou do lado errado da cama, não?
A Madre não gostou nada do comentário, mas continuou.
Mais adiante, ela encontrou outra freira.
— Bom dia Irmã, Maria! Você parece muito bem! E seu bordado está ficando lindo! Parabéns!
— Obrigado, Madre. A senhora também está com bom aspecto. Mas vê-se que hoje se levantou do lado errado da cama!
A Madre Superiora ficou furiosa, mas seguiu o seu caminho.
Porém, todas as freiras respondiam o mesmo. Assim, quando chegou à quinta freira já estava irritadíssima e resolveu tirar essa história a limpo.
— Bom dia, Irmã Leonor. Por favor, seja sincera. Eu estou com ar de quem se levantou hoje do lado errado da cama?
— Sim, Madre...
— E posso saber por quê?
— É que a senhora calçou as sandálias do Padre Antônio, Madre!
Zeca era o maior ladrão de galinhas de sua cidade. Certo dia, ele foi trabalhar, ou melhor, roubar, e tudo que ele encontrou foi um pinto.
— É a crise — resmungou ele — Vou levar esse pintinho mesmo! Daqui um tempo, o вiсhо cresce e eu faço um frango assado!
E pegou o pinto. Pra que ninguém testemunhasse sua decadência como ladrão, ele escondeu o вiсhо dentro da calça e pegou um ônibus de volta pra casa.
A certa altura do trajeto, ele adormeceu e duas freiras sentaram-se perto dele. O pintinho, que já estava quase sufocado, tanto fez que conseguiu tirar a cabecinha pra fora da braguilha, entreaberta.
Assustada, a freira mais nova perguntou para a mais experiente o que estava acontecendo.
— Eu não entendo nada disso, mas tenho quase certeza que um dos ovos dele quebrou!
Duas freiras saíram do convento para vender biscoitos. Uma conhecida como Irmã Matemática e a outra como Irmã Lógica.
Irmã Matemática: Está ficando escuro e nós ainda estamos longe do convento!
Irmã Lógica: Você reparou que um homem está nos seguindo há uma meia hоrа?
Irmã Matemática: Sim, o que será que ele quer?
Irmã Lógica: É lógico! Ele quer nos estuprar.
Irmã Matemática: Oh, não! Se continuarmos neste ritmo ele vai nos alcançar, no máximo em 15 minutos. O que vamos fazer?
Irmã Lógica: A única coisa Lógica a fazer é andarmos mais rápido!
Irmã Matemática: Não está funcionando.
Irmã Lógica: Claro que não! Ele fez a única coisa lógica a fazer, ele também começou andar mais rápido.
Irmã Matemática: E agora, o que devemos fazer? Ele nos alcançará em 1 minuto!
Irmã Lógica: A única coisa lógica que nos resta fazer, é nos separar! Você vai para aquele lado e eu vou pelo outro. Ele não poderá seguir-nos as duas, ao mesmo tempo.
Então, o homem decidiu seguir Irmã Lógica.
A Irmã Matemática chegou ao convento, preocupada com o que poderia ter acontecido à Irmã Lógica.
Passado um bom tempo, eis que chega Irmã Lógica.
Irmã Matemática: Irmã Lógica! Graças a Deus você chegou! Me conte o que aconteceu!
Irmã Lógica: Aconteceu o lógico. O homem não podia seguir-nos as duas, então ele optou por me seguir.
Irmã Matemática: Então, o que aconteceu?
Irmã Lógica: O lógico, eu comecei a correr o mais rápido que podia e ele correu o mais rápido que ele podia, também… Irmã Matemática: E então?….
Irmã Lógica: Novamente aconteceu o lógico: ele me alcançou.
Irmã Matemática: Oh, meu Deus! O que você fez?
Irmã Lógica: Eu fiz o lógico: levantei meu hábito.
Irmã Matemática: Oh, Irmã Lógica! E o que o homem fez?
Irmã Lógica: Ele, também, fez o lógico: abaixou as calças.
Irmã Matemática: Oh, não! O que aconteceu depois?
Irmã Lógica: Não é lógico, Irmã Matemática? Uma freira com o hábito levantado consegue correr muito mais rápido do que um homem com as calças abaixadas!
A Irmã Gertrudes, uma freira muito dedicada, morre e, surpreendentemente, vai parar no Inferno.
— Só pode ser um erro! — dizia ela para o chifrudo — Como eu faço pra entrar em contato com o céu?
— Ah, o telefone deles é 7777-7777... Mas só usamos pra passar trote!
— Deixa eu ligar, senhor diabo? Serei rápida...
— Há, há, há! Eu sou o ser mais maléfico que existe! Acha que vou deixar uma freirinha indefesa e desesperada ligar pro paraíso? Eu quero mais é que você queime aqui comigo! Há, há, há!
A freira começou a ficar desesperada, mas lembrou que ainda estava com o seu celular! Então foi dar uma volta pelo Inferno e ligou para o céu. Ela chegou a conclusão que tudo foi um grande equívoco de São Pedro.
— Me dê 24 horas! — disse o porteiro do céu — Vou mandar um anjo para buscá-la.
A Irmã aguardou ansiosa, perambulando horrorizada pelo Inferno. No outro dia, São Pedro ainda não havia mandado ninguém. Então ela ligou novamente:
— São Pedro! Marcaram uma orgia sеxuаl para hoje à noite aqui no Inferno. E todos vão ter que participar! Pelo amor do seu chefe! Mande alguém logo para me buscar!
— Tudo bem! — disse São Pedro — Vou mandar um anjo hoje... Sem falta!
Mas São Pedro é meio desorganizado e se esquece mais uma vez da freira.
No dia seguinte o telefone toca e ele se lembra. "Vou tomar uma bronca daquelas!" pensa ele. E atende o telefone:
— Alôuuu — diz uma voz doce, do outro lado da linha — Pedrinhô! Aqui é a Gegê, lembra de mim?
— Gegê? – pergunta ele, confuso.
— É, a Gertrudes... A freira... Eu só liguei pra te avisar... Sabe aquele negócio de mandar alguém pra me buscar? Pode esquecer, tá?
Estavam todos no jardim de infância, cuidado por uma bondosa freira, lá pelas bandas da Irlanda! Pra começar uma brincadeira, a Irmã pede a cada uma das crianças que digam o que querem ser quando crescerem.
— Ah, eu quero ser médica.
— Ah, eu advogado.
— Ah, eu quero ser engenheira.
— Ah, eu quero ser padre.
— Ah, eu quero ser prostituta.
E a Freirinha:
— Minha filha, que coisa horrível, mas porque você quer ser isto?
— Ah, irmã, eu quero ser prostituta e pronto! Eu quero!
— Ah, minha filha, graças a Deus! Eu tinha entendido protestante.
Os sete anões fizeram uma excursão ao Vaticano e, chegando, foram correndo falar com o Papa. Dunga, o mais agitado dos sete, foi logo perguntando:
— Papa! Papa! Aqui no Vaticano tem alguma freira anã?
O Papa ficou constrangido com a pergunta do pequeno orelhudo, mas respondeu, sem perder a calma:
— Não, meu filho... Não existe nenhuma freira anã no Vaticano...
— Anhh... – decepcionou-se o anão, enquanto os seus amigos cochichavam, segurando as risadas.
— Mas, Santo Papa, existe freira anã na Itália, não existe?
— Não, Dunga! Na Itália também não existe nenhuma freira anã...
Os outros seis riram, agora um pouco mais alto e Dunga não desistiu:
— Mas... Excelentíssimo Papa, na Europa tem freira anã, não tem?
— Não, Dunga, não existe freira anã em nenhuma parte Europa...
Até que os outros seis anões não se agüentaram e soltaram gargalhadas. Mas Dunga persistiu:
— Anhh... Senhor Papa, deve existir freira anã na África ou na América, não é?
Então o Papa começou a perder a paciência e disse:
— Não, Dunga! Não existe freira anã na África, nem na América, nem na Ásia, nem na Oceania, nem em lugar nenhum!
Os seus pequenos amigos, que já estavam rolando e chorando de tanto rir, organizaram uma roda e começam a pular e gritar, em coro:
— O Dunga comeu um pingüim! O Dunga comeu um pingüim!
Em São Paulo, um cara passou mal no meio da rua, caiu, e foi levado para o setor de emergência de um hospital particular, pertencente à Universidade Católica, e administrado totalmente por freiras.
Lá, verificou-se que teria que ser urgentemente operado no coração, o que foi feito com êxito.
Quando acordou, a seu lado estava a freira responsável pela tesouraria do hospital e que lhe disse prontamente:
— Caro senhor, sua operação foi bem sucedida e o senhor está salvo. Entretanto, um assunto precisa sua urgente atenção: como o senhor pretende pagar a conta do hospital? O senhor tem seguro-saúde?
— Não, Irmã.
— Tem cartão de crédito?
— Não, Irmã.
— Pode pagar em dinheiro?
— Não tenho dinheiro, Irmã.
— Em cheque, então?
— Também não, Irmã.
— Bem, o senhor tem algum parente que possa pagar a conta?
— Ah… Irmã, eu tenho somente uma irmã solteirona, que é freira, mas não tem um tostão.
E a freira:
— Desculpe que lhe corrija, mas as freiras não são solteironas, como o senhor disse. Elas são casadas com Deus!
— Magnífico! Então, por favor, mande a conta pro meu cunhado!
Uma freira para um táxi e entra nele. O motorista não para de a olhar. Até que ela, incomodada, não resiste e pergunta por que é ele a olha assim. Ele explica:
— Tenho uma coisa para lhe pedir mas não quero que fique ofendida.
Ela diz-lhe:
— Meu filho, dificilmente me pode ofender. Sou freira há muito tempo e já vi e ouvi de tudo. Com certeza não há nada que me possa dizer ou pedir que eu ache ofensivo.
— Sabe, é que sempre tive na cabeça esta fantasia de ser beijado por uma freira… Ela responde-lhe:
— Bem, vamos ver o que é que eu posso fazer por você: 1º, tem que ser solteiro, e 2º, tem que ser Católico.
O taxista fiса entusiasmado:
— Sim, sou solteiro e até sou Católico também!
A freira diz-lhe:
— Então, pare o carro ali na próxima travessa.
E a freira satisfaz a velha fantasia do taxista. Mas, quando continuam para o destino, o taxista começa a chorar.
— Meu filho — diz a freira — Porque é que está chorando?
— Perdoe-me Irmã, mas confesso que menti: sou casado e não sou católico.
A freira conforta-o:
— Deixa pra lá, eu também. Estou a caminho de uma festa a fantasia, e me chamo Alberto.