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Um homem, na companhia de um сасhоrrо, pede dinheiro na rua e carrega uma placa onde está escrita e seguinte frase:
"Dê esmola ao pobre ceguinho, pelo amor de Deus."
Um ladrão vê o mendigo e fiса observando-o durante um bom tempo. Quando percebe que a caixinha do homem já está cheia de dinheiro, decide roubá-la. Sem medo de ser notado pelo cego, o malandro vai em direção a ele e, no momento em que vai pôr as mãos na grana, é surpreendido pelo sujeito, que começa a lhe dar uma tremenda surra.
O ladrão, então, grita indignado:
— Mas você não é cego?
— Não, cego é o сасhоrrо!
As duas dançarinas no grupo É o Tchum estavam fazendo o maior sucesso no Brasil inteiro.
Sempre nas colunas sociais, nas festas de elite, nos principais desfiles, programas de televisão, eventos...
Certo dia um jornalista estagiário resolveu desvendar um mistério: por que as dançarinas do É o Tchum fazem tanto sucesso?
Então ele foi até a cidade natal das moças.
Uma cidadezinha muito humilde no interior da Paraíba e, inconformado com o sucesso das moças, que tiveram uma origem tão pobre e agora estavam no auge da fama, ele perguntou a uma velha moradora da cidade:
— Minha senhora, na sua opinião, por que as dançarinas do É o Tchum fazem tanto sucesso?
— Ah, elas podem... Elas podem...
— Sim, elas são bonitas, têm um corpo escultural! Mas, me diga, como elas conseguiram, tendo nascido aqui nessa cidadezinha, estar tão famosas, em todas as colunas sociais, bem-relacionadas, ricas...
— Ah, moço... Essas meninas podem...
— Mas elas vivem cheias de jóias, com vestidos caríssimos, dirigindo carros importados! Será que não existe uma explicação pra esse estouro?
— Claro que existe... Elas podem...
Vendo que não ia conseguir grande coisa com a velhinha, o repórter se despediu:
— OK, senhora! Muito obrigado pela participação!
— Ah, de nada, meu pilho!
Um dia um padre e uma freira estavam cruzando o deserto como missionários de uma igreja, que atende os pobres. De repente o cavalo em que eles estavam cai morto no meio do deserto, e depois de dias perdidos no deserto sem água os dois entram em desespero:
— Padre e agora, estamos sem cavalo e sem água perdidos a dias, o que vamos fazer?
— O jeito é confessarmo-nos antes de morrer, nossos desejos de vida.
— É mesmo! E qual é o seu desejo padre?
— Sabe, eu nunca vi uma freira sem as vestes, eu gostaria de ver uma agora!
A freira para atender o pedido do padre fez um último sacrifício e tirou toda suas vestes e ficou completamente nua. E o padre só olhando e fala:
— Hum! E você irmã qual o seu desejo?
— Eu também nunca vi um padre pelado, eu gostaria de ver um agora!
E o padre retirou a suas vestes todo empolgado, e com seu membro erguido. A freira olha o meio das pernas do padre espantada e fala:
— Padre! O que é esse negócio grande no meio de suas pernas?
— Irmã, isso é um membro viril e que introduzido num buraco gera uma vida!
A freira toda empolgada:
— Então, o que está esperando, enfia logo no cu do cavalo, pra ver se ele ressuscita e tira agente daqui!
Um grupo de estudantes da UFPI foi fazer uma pesquisa no recanto mais seco e desolado do Ceará, para descobrir como aquelas famílias conseguem sobreviver naquela seca tremenda.
Chegando lá se hospedaram em casa de um sertanejo muito pobre. Moravam 29 pessoas numa pequena tapera de cerca de 10 metros quadrados de pura indigência.
Começaram a observar os hábitos daquela família. Tudo anotavam. Nada escapava dos olhares daqueles estudantes sedentos de descobertas.
Uma certa noite, reunidos no pequeno terreiro, céu pleno de estrelas, uma maravilha só, conversavam quando uma palavra chamou a atenção de um dos jovens; o chefe da família sempre se referia ao conteúdo escrotal de testículos. O jovem estranhou essa palavra tão difícil ser pronunciada naquela região remota. Não contendo a curiosidade, perguntou:
— Meu caro amigo, me admira muito o senhor, aqui nessa região sem cultura, isolado do resto do mundo, onde falta comida, água, escola, as crianças vivem se protegendo embaixo das árvores para o vento não carregá-las, e o senhor fala tão difícil... que cultura!
O calejado senhor respondeu:
— Cultura nada, meu rapaz. É previnição mesmo. Ocê já pensou, nesta seca danada, nesta fome tremenda, se eu dissesse que isso aqui é ovo eu já estava capado há muito tempo!
Uma família inglesa foi passar as férias na Alemanha. Durante um de seus passeios, os membros da referida família, gostaram de uma pequena casa de verão que era alugada para temporadas. Falaram com o proprietário, um Pastor Protestante pediram-lhe que mostrasse a casa, a qual muito agradou aos visitantes. Combinaram então, alugá-la para o verão vindouro. Regressando à Inglaterra, discutiam os planos para as próximas férias, quando o chefe da família lembrou-se de não ter visto o banheiro. Confirmando o sentido prático dos ingleses, escreveu ao Pastor, para obter pormenores. A carta foi redigida assim:
"Sou membro da família que há pouco o visitou com a finalidade de alugar sua propriedade no próximo verão, mas como esquecemos de um importante detalhe, muito lhe agradeceríamos se nos informasse onde se encontra o W. C. Aguardando a sua resposta, etc, etc..."
O Pastor Protestante, não compreendendo o sentido exato da abreviatura W. C. mas julgando tratar-se da capelinha inglesa White Chapel, respondeu nos seguintes termos.
"Dear Sir, Recebi sua carta e tenho o prazer de comunicar-lhe que o local a que se refere fiса a 12 Km da casa. Isto é muito incômodo, sobretudo para quem tem o hábito de ir lá diariamente. Neste caso é preferível levar comida e ficar o dia todo. Alguns vão a pé, outros de bicicleta. Há lugar para 400 pessoas sentadas e mais 100 em pé. Há ar condicionado para evitar os inconvenientes da aglomeração. Os assentos são de veludo.
Recomenda-se chegar cedo para conseguir lugar para sentar. As crianças sentam-se ao lado dos adultos e todos cantam em coro. Na entrada é fornecida uma folha de papel a cada pessoa, mas se alguém chegar depois, pede a do vizinho. Essa folha deve ser usada durante todo o mês. As crianças não recebem folhas, dado o número limitado das mesmas. Existem amplificadores de sons, de modo que, quem não entra, pode acompanhar os trabalhos lá de fora, pois se ouvem os mínimos sons.
Ali não há qualquer preconceito, pois todos se sentem irmanados, sem distinção de sеxо ou cor. Tudo o que se recolhe lá é para os pobres da região. Fotógrafos por vezes tiram fotografias para o jornal da cidade, para que todos possam ver seus semelhantes no cumprimento do dever humano."
Uma voz feminina sussura:
— Padre, perdoa-me porque pequei...
— Diga-me, filha, quais são os teus pecados?
— Padre, o demônio da tentação se apoderou de mim, uma pobre pecadora.
— Como é isso, filha?
— Quando eu falo com um homem tenho sensações no corpo que não sei descrever.
— Filha, apesar de padre, eu tambem sou um homem.
— Sim, padre, por isso vim confessar-me com o senhor.
— Bem, filha, como são essas sensações?
— Não sei bem como explicá-las... Neste momento meu corpo se recusa cair de joelhos e necessito ficar mais à vontade.
— Sério?
— Sim, padre, deseja relaxar... O melhor seria deitar-me...
— Como, filha?
— De costas para o piso, padre, até que passe a tensão.
— E que mais?
— É como um sofrimento, em que não encontro palavras para descrever, padre.
— Continue, minha filha.
— Talvez um pouco de calor me alivie.
— Calor?
— Calor, padre, calor humano, que leve alívio ao meu padecer.
— E com frequência é essa tentação?
— Permanente, padre. Por exemplo, neste momento imagino que suas mãos massageando a minha pele me daria muito alívio.
— Filha?
— Sim, padre, me perdoa, mas sinto necessidade de que alguém forte me estreite em seus braços e ne dê o alívio de que necessito.
— Por exemplo, eu?
— Sim, padre, você é a categoria de homem que imagino poder me aliviar.
— Perdoa-me, minha filha, mas preciso saber tua idade.
— Setenta e quatro, padre.
— Filha, vai em paz que o teu problema é reumatismo.
Quatro soldados de diferentes países — um americano, um japonês, um espanhol e um português — encontravam-se presos em um campo de concentração.
O sádico diretor do campo, disposto a divertir-se com esses pobres soldados, resolveu promover um теsте em que todos deveriam contar piadas. Se as piadas fossem boas e todos da prisão rissem, suas vidas seriam poupadas. Caso contrário, a forca seria o destino do comediante sem talento.
E chegou a vez do americano: contou uma piada engraçadíssima e todos riram, menos o português. O diretor, assistindo a impassividade o portuga, clamou:
"Matem esse americano sem graça!"
E lá se foi o pobre gringо...
O próximo era o japonês: contou a piada mais engraçada que conhecia.
Mais uma vez, todos riram, menos o portuga. Perante o rosto sério do lusitano, o diretor ordenou:
"Matem esse japonês que não sabe contar piadas!"
E chegou a vez do espanhol. Assim que começou, o portuga caiu na risada. E passou a rir sem parar. O diretor, não entendendo o ocorrido, perguntou ao português:
— Mas, homem, o espanhol mal começou a contar a piada... Do que está rindo?
— Muito boa a piada do americano!
Tarde tranquila. A mãe a costurar e a cantar uma terna canção de Roberto Carlos. Aqui, acolá ela corta um pedaço de pano. Corta e costura. Ao lado está a pequerrucha Mariazinha, filha única e mimada, entretida com papel e lápis a desenhar figuras. O tempo passa e passa. A certa altura, a mãe pede a Mariazinha que lhe mostre os desenhos. Ela mostra os desenhos e a mãe toma um grande susto. Um susto tremendo. O que a mãe vê lhe causa uma terrível decepção, um verdadeiro choque. Os desenhos retratam claramente o famoso passaralho ou, para os mais sensíveis, um falo, o símbolo da virilidade: duas bolas e, saindo dentre elas, uma haste. A mãe não acredita no que vê. Como é que uma criancinha tão inocente começa, de repente, a desenhar essas coisas? Ela se controla o mais que pode e pergunta:
— Onde é que você viu isso, Mariazinha?
— Na sua mão, mãezinha.
— O quê??? O que você anda aprontando sua...
A mãe perde o controle. Mulher virtuosa e conhecedora de seu papel de mãe, ela não admite comportamentos indecentes. Desde cedo tem de impor respeito e dignidade à família. Aplica uma bem merecida surra na Mariazinha. Surra, castigo em pé no canto da parede, uma semana sem ver televisão e sem a mesada.
— Quando seu pai chegar você vai ter uma conversinha com ele.
Pobre Mariazinha! Ela chora, soluça desconsolada sem entender direito a gravidade de seus estranhos desenhos. A tarde passa devagar. E a Mariazinha em pé, já cansadinha, a coitada. E chorando aquele triste choro entrecortado de soluços. Como a tarde passa devagar.
Chega finalmente a noite e o pai volta do trabalho. A mãe vai falar com ele e diz para ele ter uma conversa muito séria com a filha. Já é tempo. Envergonhada, não mostra sequer os desenhos: o pai que pergunte à filha.
— O que é que você estava desenhando, Mariazinha? — pergunta o pai.
— A tesoura da mamãe...
Um nordestino que morava em uma região muito pobre reclamava com um cumpadre do sofrimento que é a seca, a sede e, principalmente, a fome! O compadre, que era meio irresponsável, falou:
— Porque que você não vai para os Estados Unidos bichinho? Lá num tem seca nem fome e todo mundo é rico!
O nordestino perguntou:
— Mas cumu que eu vou prá lá?
E o cumpadre:
— Ora, arrume emprego em um navio que vá para lá!
O nordestino arrumou sua тrоuxа e se mandou para os Estados Unidos, matando-se de trabalhar em um navio cargueiro.
Chegando em Nova Iorque o nordestino além de fome começou a sofrer com o frio, porque não conseguia arrumar emprego pois não falava uma só palavra em inglês... Ele estava sentado em uma calçada, congelado e faminto, esperando pela morte, quando passou um mexicano e perguntou:
— O que acontece Muchacho? Queres ir para o meu circo?
O nordestino então, com dificuldade de andar foi até o circo, que era aquecido, onde tomou um banho quente, trocou de roupa, fez uma farta refeição e foi dormir para recuperar as forças. Quando acordou foi procurar o mexicano:
— O que posso fazer para recompensá-lo?
O mexicano respondeu:
— Quero que vistas uma pele de leão e entres no picadeiro para lutares com uma jiboia!
O nordestino recuou um passo, mas pensou que se não fosse o mexicano já estaria morto...
Na hоrа do espetáculo o mexicano anunciou:
— E agora, a sensacional luta do leão africano com a jiboia da amazônia!
O nordestino, vestido de leão, entrou no picadeiro urrando, mas quando viu a imensa cobra entrando do outro lado ajoelhou-se e disse:
— Meu padim padre Cícero, de Juazeiro no Ceará, não deixe essa cobra me matar!
A cobra colocou as mãos na cintura e disse:
— Ó chente bichinho, tu é de lá também?
Em uma movimentada tarde de sexta-feira, bem na hоrа do rush, uma perua de lotação atropela um pobre padre que atravessava a rua.
Duas pessoas morrem: o motorista da lotação e o padre e, dentro de alguns instantes, eles estão nas portas do céu.
— Pode entrar! — diz São Pedro, para o motorista de lotação.
— E eu? — pergunta o padre, indignado.
— Você vai ter que esperar alguns dias no purgatório — diz o porteiro do paraíso — Ainda vamos decidir se você vai entrar no céu ou não!
— Mas como assim? — diz o padre, fora de si — Eu passo a minha vida inteira rezando, indo à igreja todos os domingos, pregando o evangelho na minha paróquia e sou mandado pro purgatório?
— Enquanto este homem, motorista de lotação, que dirige feito louco nas ruas, chega no céu e vai logo entrando? Deve haver algum engano!
— Não há engano algum! — esclarece São Pedro — Acontece que agora, aqui no céu, nós estamos trabalhando com resultados, como vocês fazem na Terra...
— Resultados? E por acaso a vida deste homem trouxe mais resultados do que a minha vida de padre?
— Acompanhe meu raciocínio — diz São Pedro, muito paciente — Enquanto você rezava as suas missas, os fiéis dormiam, mas enquanto este homem dirigia a sua perua de lotação, as pessoas rezavam, fervorosas! Questão de resultado!
Pouco tempo depois de perder seu marido, a viúva começa a sentir falta e muita vontade de fazer sеxо.
— E agora o que eu faço? Não quero procurar um parceiro, pois ainda está muito recente a morte do meu marido e todos duvidariam da minha fidelidade.
Foi até a cozinha tomar um suco de maracujá, para acalmar os ânimos. Ao abrir a geladeira, se deparou com uma embalagem de salsichas grandes e grossas.
— Deus que me perdoe! Mas vem cá salsichinha, que é você quem vai satisfazer meu desejo.
A viúva foi para a sala, deitou e rolou com a salsicha. Depois de se satisfazer, jogou a salsicha pela janela, que caiu na calçada. Um mendigo que todos os dias passava por ali recolhendo reciclagem, faminto, encontrou e comeu a salsicha.
E assim os dias foram se passando. Todos os dias a viúva se satisfazia com uma salsicha e depois a atirava pra fora da janela. E o mendigo, que todos os dias passava por ali com muita fome, encontrava e comia a salsicha.
A viúva ficou tão viciada em fazer isso, que mesmo menstruada, fez sеxо com a salsicha, que ficou toda suja de sangue. Terminou e a atirou pela janela. O mendigo faminto que passava pela rua, viu a salsicha toda suja de sangue e mesmo assim comeu. Fazendo isso pelos quatro dias seguintes.
No quinto dia, o mendigo ficou triste ao encontrar a salsicha:
— Ahhh! O que será que aconteceu? Hoje está sem ketchup!
Gervásio, dono de uma casa lotérica daquela cidadezinha, descobre que quem ganhou a Sena acumulada foi o Aparício, que além de ser pobre pra сасете, não podia ter emoções fortes porque era cardíaco. E por isso Gervásio pensou:
— Como é que eu vou dar essa notícia para o Aparício? Se eu disser que ele ganhou toda essa fortuna sozinha, ele vai morrer... Já sei! Vou falar pra ele que se ele por acaso ele ganhasse na loteria... é isso mesmo!
Chegou na casa do Aparício e ficou no papo furado...
— Ô Aparìcio... cê não tem móveis aqui, só esses caixotes velhos?
— É... eu sou pobre.
— Não tem luz aqui, não?
— Só lamparina. Eu não tenho dinheiro, sabe?
— Aparício... cê precisava ganhar na Sena, né?
— Que jeito? Eu só jogo uma vez por mês...
— Mas e daí? A sorte não escolhe cara. Ô, Aparício... vamos supor que se por acaaaaaaaaaaso... eu tô dizendo por acaso, cê ganhasse sozinho uma Sena acumulada. O que cê faria?
— Eu dava metade procê!
E o Gervásio caiu morto no chão!
No confessionário, chega um sujeito cabisbaixo e diz:
— Padre, o senhor soube que o Mário morreu?
— Que tristeza, filho... Mas o que aconteceu com ele?
— Ele estava dirigindo o seu carro esportivo em direção à minha casa a toda velocidade e quando ia chegando e tentou parar, os freios falharam e o carro chocou-se no poste. Mário foi lançado pelo teto solar, voou uns 10 metros e acabou se arrebentando contra a janela do meu quarto, no segundo andar!
— Ave Santíssima, que modo horrível de morrer!
— Não padre, ele sobreviveu. E então, no chão do meu quarto, todo arrebentado, sangrando e coberto de vidro, ele tentou se levantar segurando na maçaneta do meu guarda-roupa, que é muito pesado e acabou desabando em cima dele, quebrando vários ossos de seu corpo.
— Pobre Mário! Que morte terrível!
— Não padre, isso machucou muito, mas não o matou! Com muito esforço, ele conseguiu sair debaixo do guarda-roupa, engatinhou até a escada, tentou se levantar apoiando-se no corrimão, mas o peso dele quebrou o corrimão e ele desabou por toda a escada, ficando estatelado no chão com um ferro do corrimão fincado em sua barriga...
— Meu Deus... Mas que horror morrer assim!
— Não, padre, ele não morreu! Ele conseguiu arrancar o pedaço de ferro de sua barriga, engatinhou até a cozinha e tentou se levantar apoiado no fogão, que também não agüentou o seu peso e caiu sobre o pobre coitado... E o pior de tudo é que eu tinha deixado um bolo assando no forno e ele não agüentou o calor, juntou todas as forças e jogou o forno contra os armários. Depois disso ele abriu a geladeira para aliviar as queimaduras com gelo, mas tropeçou e acabou caindo dentro dela, em cima dos comes e bebes, se machucando ainda mais com as prateleiras, e lá ficou, todo ensangüentado...
— Que morte sofrida, Nossa Senhora!
— Não, não! Ele conseguiu sobreviver a isso, padre! Alguns minutos depois ele acordou com muito frio, queimado e com inúmeros ferimentos, viu o telefone na parede e reuniu suas últimas forças para tentar pedir ajuda. Apoiou-se na parede tentou alcançá-lo, mas, ao invés do telefone ele pôs a mão na caixa de fusíveis e zap! Dez mil volts passaram por ele, fazendo-o cair durо...
— Ave Maria! Que fim terrível!
— Não, padre, isso não o matou. Ele se levantou e...
— Espere aí, meu filho! Afinal, como foi que ele morreu?
— Padre... Eu dei um tiro nele... Por isso estou aqui...
— Mas meu filho, você ficou maluco? Por que você atirou no pobre coitado do Mário?
— Ah padre, o cara estava destruindo a minha casa!
Dois ortopedistas estavam na porta do hospital, quando vêem, na calçada, um japonês andando com dificuldade e comentam entre si:
— Veja aquele pobre homem. Já atendi três pessoas esta semana com o mesmo problema nos joelhos!
— Joelho? Discordo, colega, discordo. Observe a postura; seu problema, definitivamente é na coluna!
— Absolutamente, colega. Olhe: Suas pernas distantes umas das outras; Com toda a certeza, são as articulações dos joelhos!
— Não, não. Costas arqueadas, ombros caídos: coluna.
— Ora, vamos perguntar a ele! Assim saberemos qual de nós dois está com a razão.
— Meu senhor, com licença, estávamos observando o seu modo de andar e ficamos curiosos. O meu amigo aqui acha que o seu problema é nas pernas e eu tenho certeza que são suas costas. Afinal, qual dos dois acertou?
— Hi, Hi, Hi... Ocê erô, ocê erô, japonei também erô, né? Pensou que ia peidá... cagô!!!
Certa vez um homem pobre que não se conformava com sua condição, rezou muito e conseguiu um contato com Deus. Encontrando Deus, ele pergunta:
— Deus, quanto vale para o senhor um minuto?
— Para mim, meu filho, um minuto vale um milhão de anos...
— E quanto vale um centavo para o senhor, meu Deus?
— Um centavo, para mim, vale um milhão de reais, meu filho.
— Por favor, meu Deus, eu lhe peço que me dê um centavo!
— Tudo bem, filho. Espere só um segundo.
Os três amigos ninjas viviam competindo. Cada um achava que era melhor que o outro. E no meio do debate, passava por perto um beija-flor quando um deles desafiou:
— Estão vendo aquele passarinho? Sou capaz de acertá-lo em pleno vôo!
E com vários golpes de sua espada, fatiou a pobre ave.
O segundo, não satisfeito, aumentou o desafio:
— Vêem aquela abelha vindo em nossa direção? Observem então o que minha espada é capaz de fazer!
E também com golpes certeiros, a abelha foi dividida em três partes.
O terceiro ninja, justamente o mais baixinho, não querendo ficar pra trás, propõe um desafio ainda maior:
— Agora vou provar que sou melhor que vocês dois juntos. Prestem atenção naquele pernilongo.
E zap! Um golpe só no inseto. Que continua voando.
Os dois olham pro companheiro e um deles lhe diz, caçoando:
— Ué o mosquito continua voando!
— É, voando sim... Mas nunca mais vai ter filhos!
10 Vantagens de ser pobre:
1 – É Simples – Você não perde o seu precioso tempo com grandes sonhos e se contenta com um sonho da padaria no almoço e um Sonho de Valsa no jantar.
2 – É Valorizador – Em um mundo de mulheres tão interesseiras e oportunistas, só as sinceras e verdadeiras dão bola pra você! O problema é agüentar ficar sozinho!
3 – É Saudável – Você tem uma vida de atleta, correndo pra alcançar o ônibus, malhando pra conseguir um lugar pra sentar e se alongando pra passar por baixo da catraca.
4 – É Anti-Estressante – Nenhum vendedor te liga pra empurrar alguma bugiganga porque, além da sua conta estar negativa, você não tem telefone 5 – É Aliviante – Com a sua fama de pé-rapado, nenhum amigo te pede dinheiro emprestado e dependendo do seu grau de pobreza, eles nem serão mais seus amigos.
6 – É Emocionante – Você nunca sabe se o dinheiro vai chegar até o final do mês e, assim, tem uma rotina muito menos previsível!
7 – É Invejável – Enquanto os seus vizinhos viajam, pegam transito feriado e sofrem com as praias lotadas, você descansa na comodidade do seu barraco.
8 – É Útil – Você tem de trabalhar aos domingos pra fazer hоrа – extra e, assim, não precisa assistir aos programas que são campeões de audiência de encheção de saco.
9 – É Seguro – Você não precisa levar a carteira para todos lugares que for, pois ela está sempre vazia. Assim, os trombadinhas vão passar longe de você!
10 – É Gratificante – Sem dinheiro pra acessar a Internet, você nunca vai ler textos cretinos como esse!!!