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Faltavam poucos dias para o casamento de Adolfo. A mãe da moça, uma quarentona escultural, estilo Luiza Brunet, lhe disse, no sofá da sala:
— Adolfo, quero que você saiba que eu sempre te achei um homem atraente e ... bem ... estou sem graça de falar ...
— Pode falar, dona Sônia! Fique à vontade!
— Bom, Adolfo, antes que você casasse, eu gostaria de fazer sexo com você!
Adolfo fica boquiaberto e ela prossegue:
— Eu vou lá pro quarto! Se você quiser ir embora, já sabe onde é a porta, se quiser me ter é só ir lá pro quarto, estarei te esperando ... gostoso!
Adolfo espera a sogra ir para o quarto, pensa por meio segundo e decide o caminho que vai tomar, corre para a porta e encontra, apoiado no seu carro, o seu sogro, marido da dona Sônia, sorridente.
— Parabéns, Adolfo! — disse ele — Queríamos saber se você era um homem fiel, honesto e leal e você passou pelo teste!
Então a sogra saiu da casa e também o cumprimentou.
Moral da história: É bem melhor carregar as camisinhas no carro do que no bolso.
Um garotinho andava pelo circo quando de repente viu um homem escondido atrás da arquibancada.
— Ei, tio! — gritou ele — Que coisa plateada é essa que você tá comendo?
— Er, não é nada não, garoto — disse ele, escondendo a comida misteriosa — Vai lá com a sua mãe, vai!
— Nada disso! Eu vi! E também quelo! Me dá um pedaço, senão eu chamo a minha mãe!
— Shiu, não faz isso, garoto! Você não pode comer o que eu tenho aqui!
— Por que não? — gritou o garoto — Eu quelo! Eu quelo!
— Shiu! Não faz barulho, garoto... Tudo bem, eu digo o que eu tenho aqui. São giletes, daquelas de fazer a barba! Você quer comer, quer?
— Blargh! Você come gilete? — pergutou o garoto, assustado — E por que você tá comendo gilete aqui no circo?
— Eu trabalho aqui! Eu sou engolidor de espadas!
— Engolidor de espada? E por que tá comendo gilete?
— Porque eu tô de regime!
Os alunos de um colégio visitam a mansão de um importante aristocrata, que resolveu abrir as portas para visitação.
As crianças chegam e o homem começa a falar sobre as maravilhas da casa: os móveis, as estátuas, os quadros... De repente, o ricaço nota que um dos meninos é a cara dele quando criança e, com uma pulga atrás da orelha, pergunta:
— Vem cá, meu filho. Por acaso a sua mãe, alguma vez, já trabalhou como criada aqui nesta mansão?
— Não, senhor. Agora, o meu avô, sim. Ele trabalhou durante muitos anos aqui, como jardineiro.