Altas horas da madrugada, o cara chega em casa, caindo de bêbado e, assim que põe o pé para dentro da porta, a mulher lhe enfia o relógio no nariz e berra: — Olha ai... quatro e trinta e cinco! E ele, sem tirar os olhos do relógio: — Por este preço... até que é bonitinho!
Altas horas da madrugada, o cara chega em casa, caindo de bêbado e, assim que põe o pé para dentro da porta, a mulher lhe enfia o relógio no nariz e berra:
— Olha ai... quatro e trinta e cinco! E ele, sem tirar os olhos do relógio:
— Por este preço... até que é bonitinho!