Aquele velhinho que todo santo-dia almoçava no mesmo bar, quando chegava na última colherada de sopa, gritava que não ia pagar e mostrava um cabelo que teria encontrado no prato. Um cabelo durо e suspeito. Chateado, o dono do bar resolveu seguir o velhinho, depois da refeição, e viu que ele entrava em um bordel. Esperou a hоrа exata e, ao abrir a porta do quarto, pegou o velho com a boca na botija de uma linda mulher. Aí, ele gritou: — Ah, velhote sem-vergonha! E depois dessa ainda não quer pagar a sopa! E o velhinho: — E daí? Se eu achar macarrão aqui, também não pago!
Aquele velhinho que todo santo-dia almoçava no mesmo bar, quando chegava na última colherada de sopa, gritava que não ia pagar e mostrava um cabelo que teria encontrado no prato. Um cabelo durо e suspeito. Chateado, o dono do bar resolveu seguir o velhinho, depois da refeição, e viu que ele entrava em um bordel. Esperou a hоrа exata e, ao abrir a porta do quarto, pegou o velho com a boca na botija de uma linda mulher. Aí, ele gritou:
— Ah, velhote sem-vergonha! E depois dessa ainda não quer pagar a sopa!
E o velhinho:
— E daí? Se eu achar macarrão aqui, também não pago!