Certa noite um caminhoneiro vê um senhor pedindo carona em plena madrugada. Como tratave-se de um velho resolveu parar e dar uma carona. O caminhoneiro viajava há tres dias sem dormir, estava a base de arrebite. De repente ele dorme e o velho o acorda e diz: — O sono é o prelúdio da morte. William Sheakspeare. O caminhoneiro olha-o esquisito mas continua a viagem, de repente dorme novamente, e o velho mais uma vez o acorda e diz: — O sono é o preludio da morte. William Sheakspeare. O caminhoneiro o olha com irritação,mas segue viajem. De repente cai novamente no sono e o velho acorda-o e diz: — O sono é o preludio da morte. William Sheakspeare. O caminhoneiro doido pelo troco responde: — Vá tomar no cú. Jorge Amado.
Certa noite um caminhoneiro vê um senhor pedindo carona em plena madrugada.
Como tratave-se de um velho resolveu parar e dar uma carona.
O caminhoneiro viajava há tres dias sem dormir, estava a base de arrebite.
De repente ele dorme e o velho o acorda e diz:
— O sono é o prelúdio da morte. William Sheakspeare.
O caminhoneiro olha-o esquisito mas continua a viagem, de repente dorme novamente, e o velho mais uma vez o acorda e diz:
— O sono é o preludio da morte. William Sheakspeare.
O caminhoneiro o olha com irritação,mas segue viajem.
De repente cai novamente no sono e o velho acorda-o e diz:
— O sono é o preludio da morte. William Sheakspeare.
O caminhoneiro doido pelo troco responde:
— Vá tomar no cú. Jorge Amado.