Chega um gago em uma loja de calçados e diz para a atendente: — Mo-m0ça e-eu que-quero um e-enis. A atendente não entendendo pergunta novamente: — O que o senhor deseja? — E-eu j-jaja di-diisse que que-quero u-um e-eenis. Não compreendendo, chama um negão, que também atende na loja e explica que não esta entendo o que o senhor deseja, e que ele ja esta nervoso. Então, o homem vai até lá e pergunta: — Meu senhor, o que o senhor deseja? — E-eu que-quero u-um e-enis. O homem nervoso com o gago abaixa as calças. O gago achando graça responde: — E-eeu que-queria um e-enis não um qui-quichute.
Chega um gago em uma loja de calçados e diz para a atendente:
— Mo-m0ça e-eu que-quero um e-enis.
A atendente não entendendo pergunta novamente:
— O que o senhor deseja?
— E-eu j-jaja di-diisse que que-quero u-um e-eenis.
Não compreendendo, chama um negão, que também atende na loja e explica que não esta entendo o que o senhor deseja, e que ele ja esta nervoso.
Então, o homem vai até lá e pergunta:
— Meu senhor, o que o senhor deseja?
— E-eu que-quero u-um e-enis.
O homem nervoso com o gago abaixa as calças.
O gago achando graça responde:
— E-eeu que-queria um e-enis não um qui-quichute.