Contam que, certa vez, um gaúcho entrou em um boteco numa cidade de Minas Gerais e, ao pedir uma pinga, muito sinicamente, fez a seguinte pergunta ao proprietário: — Escuta aqui tchê, ouvi dizer que aqui em Minas Gerais tem muito valentão!... Quero saber se isso é verdade!... Cadê os valentões daqui?!... Cadê tchê?! Então, o mineiro respondeu: — Num si amole сuм isso não, moço. Isso é tudo invenção di quem num tem o que fazê. Pode ficá trunquilo qui aqui num tem ninhum valentão, não. Di veis in quando, aparece argum, mas nóis mata eli, viu!
Contam que, certa vez, um gaúcho entrou em um boteco numa cidade de Minas Gerais e, ao pedir uma pinga, muito sinicamente, fez a seguinte pergunta ao proprietário:
— Escuta aqui tchê, ouvi dizer que aqui em Minas Gerais tem muito valentão!... Quero saber se isso é verdade!... Cadê os valentões daqui?!... Cadê tchê?!
Então, o mineiro respondeu:
— Num si amole сuм isso não, moço. Isso é tudo invenção di quem num tem o que fazê. Pode ficá trunquilo qui aqui num tem ninhum valentão, não.
Di veis in quando, aparece argum, mas nóis mata eli, viu!