Dois compadres, José e Juvenal, durante anos, encontravam-se todas as tardes num boteco. Lá cada um bebia sua dose de pinga e iam embora. Um dia Juvenal propôs ao compadre: — Compadre José, vamos fazer um trato. Quando um de nós morrer, o outro continua vindo aqui e, em vez de uma dose, bebe duas. Uma por si e outra pelo companheiro falecido. — Certo, disse José. E assim foi, até que um dia Juvenal morreu. José, cumprindo o trato, foi ao boteco e gritou pro garçom: — Duas !!! E o garçom: — Duas, porque? Ora, explicou José, uma prá mim e outra pro Juvenal. E assim foi, todo final de tarde, por alguns anos. Numa tarde José chega ao boteco e grita pro garçom: — Uma !!! O garçom, estranhando, pergunta: — Só uma, a do compadre Juvenal? E José responde? — Esta que pedi é a do compadre Juvenal. Eu, graças a Deus, deixei de beber.
Dois compadres, José e Juvenal, durante anos, encontravam-se todas as tardes num boteco.
Lá cada um bebia sua dose de pinga e iam embora.
Um dia Juvenal propôs ao compadre:
— Compadre José, vamos fazer um trato. Quando um de nós morrer, o outro continua vindo aqui e, em vez de uma dose, bebe duas. Uma por si e outra pelo companheiro falecido.
— Certo, disse José.
E assim foi, até que um dia Juvenal morreu.
José, cumprindo o trato, foi ao boteco e gritou pro garçom:
— Duas !!!
E o garçom:
— Duas, porque?
Ora, explicou José, uma prá mim e outra pro Juvenal.
E assim foi, todo final de tarde, por alguns anos.
Numa tarde José chega ao boteco e grita pro garçom:
— Uma !!!
O garçom, estranhando, pergunta:
— Só uma, a do compadre Juvenal?
E José responde?
— Esta que pedi é a do compadre Juvenal. Eu, graças a Deus, deixei de beber.