Em plenaluz do dia, na saida de um um banco, um português baixinho e magrinho, armado com uma faca de mesa, aborda uma senhora. — Ser não der a bolsa, eu te corto - ameaçou. A senhora qapavorada lhe entregou a bolsa. — Ser não der colar, eu te corto. A mulher lhe entregou o colar. — Ser não der o relogio, eu te corto. A mulher lhe entrega o relogio e no ato do desespero deixa escapar um реidо. — Ser não entregar a buzininha, eu te corto.
Em plenaluz do dia, na saida de um um banco, um português baixinho e magrinho, armado com uma faca de mesa, aborda uma senhora.
— Ser não der a bolsa, eu te corto - ameaçou.
A senhora qapavorada lhe entregou a bolsa.
— Ser não der colar, eu te corto.
A mulher lhe entregou o colar.
— Ser não der o relogio, eu te corto.
A mulher lhe entrega o relogio e no ato do desespero deixa escapar um реidо.
— Ser não entregar a buzininha, eu te corto.