Em pleno sábado de carnaval, o cara pulou de mau jeito, quebrou o pé e foi correndo (ou melhor, pulando com o outro pé) pro hospital. Chegando lá o lugar estava deserto. — Ei! Alô! Tem alguém aí? - gritou ele. Então a atendente saiu do depósito com o segurança. — Posso ajudar, senhor? - perguntou ela, ajeitando a saia. — É, acho que sim! Eu quebrei o pé! Tem algum médico de plantão? — Claro! Todos os doutores estão de plantão! — Que bom! Eles podem me atender? — Vai ser difícil, senhor. Porque na verdade eles estão fantasiados de plantão, na ala dos hortifrutigranjeiros da escola de samba.
Em pleno sábado de carnaval, o cara pulou de mau jeito, quebrou o pé e foi correndo (ou melhor, pulando com o outro pé) pro hospital.
Chegando lá o lugar estava deserto.
— Ei! Alô! Tem alguém aí? - gritou ele.
Então a atendente saiu do depósito com o segurança.
— Posso ajudar, senhor? - perguntou ela, ajeitando a saia.
— É, acho que sim! Eu quebrei o pé! Tem algum médico de plantão?
— Claro! Todos os doutores estão de plantão!
— Que bom! Eles podem me atender?
— Vai ser difícil, senhor. Porque na verdade eles estão fantasiados de plantão, na ala dos hortifrutigranjeiros da escola de samba.