Esta piada é verdadeira. Os pais de Diogo quando foram ao Cartório de Oeiras/PI registrar o menino, o escrivão perguntou: — Qual vai ser o nome? — Vai ser o mesmo do batismo: Diogo Rodrigues Oliveira. O escrivão, ao escrever o nome do garoto, omitiu a letra "o" central de Diogo, registrando-o indevidamente como Digo Rodrigues Oliveira. Os pais logo reclamaram, e o escrivão, alegando que os livros de registros cartorais não podem conter rasuras, emendas, entrelinhas e nem usar líquido corretivo, achou como solução fazer a seguinte ressalva: "Onde digo Digo, não digo Digo, digo Diogo".
Esta piada é verdadeira.
Os pais de Diogo quando foram ao Cartório de Oeiras/PI registrar o menino, o escrivão perguntou:
— Qual vai ser o nome?
— Vai ser o mesmo do batismo: Diogo Rodrigues Oliveira.
O escrivão, ao escrever o nome do garoto, omitiu a letra "o" central de Diogo, registrando-o indevidamente como Digo Rodrigues Oliveira.
Os pais logo reclamaram, e o escrivão, alegando que os livros de registros cartorais não podem conter rasuras, emendas, entrelinhas e nem usar líquido corretivo, achou como solução fazer a seguinte ressalva:
"Onde digo Digo, não digo Digo, digo Diogo".