Evaldo entra na farmácia, pede um remédio para soluços e o balconista, prontamente, aplica-lhe um sonoro tapa no rosto. — Epa! Que negócio é esse, pô? — Evaldo protesta, furioso. — Bom... o senhor já ficou bom dos soluços, está vendo? — Eu fiquei! Mas a minha mulher, aí fora no carro, não.
Evaldo entra na farmácia, pede um remédio para soluços e o balconista, prontamente, aplica-lhe um sonoro tapa no rosto.
— Epa! Que negócio é esse, pô? — Evaldo protesta, furioso.
— Bom... o senhor já ficou bom dos soluços, está vendo?
— Eu fiquei! Mas a minha mulher, aí fora no carro, não.