Graças à evolução da tecnologia científica, uma senhora de 85 anos, acometida do mal de ausheimer, deu à luz um belo bebê. Quando ela saiu da maternidade e foi para casa, suas parentes vieram para visitá-la e conhecer o bebê. — Podemos ver o bebê? - perguntou uma delas. — Ainda não... - respondeu a mulher. Passaram-se 10 minutos de papo e outra parente perguntou: — E agora, podemos ver o bebê? — Ainda não - respondeu outra vez a mãe. Após alguns minutos, as parentes perguntaram novamente - Podemos, finalmente, ver o bebê? — Não! - respondeu a mulher, novamente. Mais tarde, um pouco, as mulheres, já impacientes, perguntaram em côro: — Ok, quando poderemos ver o bebê? — Quando ele chorar! - respondeu a mãe. — QUANDO ELE CHORAR?! - perguntaram curiosas - POR QUE SOMENTE QUANDO ELE CHORAR?! A mãe pensou um pouco e respondeu: — Porque eu me esqueci de onde eu o coloquei!
Graças à evolução da tecnologia científica, uma senhora de 85 anos, acometida do mal de ausheimer, deu à luz um belo bebê. Quando ela saiu da maternidade e foi para casa, suas parentes vieram para visitá-la e conhecer o bebê.
— Podemos ver o bebê? - perguntou uma delas.
— Ainda não... - respondeu a mulher.
Passaram-se 10 minutos de papo e outra parente perguntou:
— E agora, podemos ver o bebê?
— Ainda não - respondeu outra vez a mãe.
Após alguns minutos, as parentes perguntaram novamente - Podemos, finalmente, ver o bebê?
— Não! - respondeu a mulher, novamente.
Mais tarde, um pouco, as mulheres, já impacientes, perguntaram em côro:
— Ok, quando poderemos ver o bebê?
— Quando ele chorar! - respondeu a mãe.
— QUANDO ELE CHORAR?! - perguntaram curiosas - POR QUE SOMENTE QUANDO ELE CHORAR?!
A mãe pensou um pouco e respondeu:
— Porque eu me esqueci de onde eu o coloquei!