Havia uma moça até que bonitinha, mas tinha um halito horrivel. Tão ruim que não tinha amigos nem namorados. E na sua cidade, haveria uma festa de formatura a qual a boca de lobo queria ir. A uma certa distancia seu pai orientou que deveria se fingir de muda e não abrir a boca pra nada. Dia da festa, ela toda linda, só ficava esperando o primeiro Dom Juan a canta-lá. Quando um fanho chegou perto e disse: É ança omigu? E ela negou: Hum, hum ! A, amo aí, ança omigu. Hum. hum ! E de tanto insistir a moça foi dançar com o fanho, e durante a dança ele pediu: Mi á um eijinho ? E ela: Hum. hum ! A só um eijinho ! Hum, hum ! A por favor. . . . E ela bem baixinho falou: Não ! O fanho disse espantado: Ocê eidô ! Hum, hum ! Eidô im ! Hum, hum ! Pode ala ocê eidô ! E ela já com raiva, gritou: N ã o ! ! ! E o fanho: I aoia ocê ago!
Havia uma moça até que bonitinha, mas tinha um halito horrivel. Tão ruim que não tinha amigos nem namorados.
E na sua cidade, haveria uma festa de formatura a qual a boca de lobo queria ir.
A uma certa distancia seu pai orientou que deveria se fingir de muda e não abrir a boca pra nada.
Dia da festa, ela toda linda, só ficava esperando o primeiro Dom Juan a canta-lá. Quando um fanho chegou perto e disse:
É ança omigu?
E ela negou:
Hum, hum !
A, amo aí, ança omigu.
Hum. hum !
E de tanto insistir a moça foi dançar com o fanho, e durante a dança ele pediu:
Mi á um eijinho ?
E ela:
Hum. hum !
A só um eijinho !
Hum, hum !
A por favor. . . .
E ela bem baixinho falou:
Não !
O fanho disse espantado:
Ocê eidô !
Hum, hum !
Eidô im !
Hum, hum !
Pode ala ocê eidô !
E ela já com raiva, gritou:
N ã o ! ! !
E o fanho:
I aoia ocê ago!