Há algum tempo, um português em viagem pelo Brasil conheceu um relógio despertador, daqueles de dar corda. Encantado com o tique-taque comprou um e foi logo levando para Portugal. Em lá chegando, logo foi mostrar o relógio para a Maria. — Olhas o que eu compreire no Brasil! Estás a fazer tique-taque. Como durante a viagem não foi dada corda o relógio parou, e a Maria falou: — Ô Joaquim, isto não estás a fazeire nenhum tique-taque. — Dá-me cá Maria que eu verei o que está acontecendo. Ao abrir o relógio o português encontrou uma barata morta, ao que disse. — Ô Maria, corres a veire o problema. O maquinista morreu.
Há algum tempo, um português em viagem pelo Brasil conheceu um relógio despertador, daqueles de dar corda. Encantado com o tique-taque comprou um e foi logo levando para Portugal. Em lá chegando, logo foi mostrar o relógio para a Maria.
— Olhas o que eu compreire no Brasil! Estás a fazer tique-taque.
Como durante a viagem não foi dada corda o relógio parou, e a Maria falou:
— Ô Joaquim, isto não estás a fazeire nenhum tique-taque.
— Dá-me cá Maria que eu verei o que está acontecendo.
Ao abrir o relógio o português encontrou uma barata morta, ao que disse.
— Ô Maria, corres a veire o problema. O maquinista morreu.