Há muitos anos na véspera de Natal, o Pai Natal estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado as prendas todas. Tinha uma rena coxa e outra constipada. Desesperado foi beber um copo, chega à adega e não havia nada. Voltou à cozinha para comer alguma coisa e os ratos tinham comido tudo. Como se tudo isto não bastasse, a mulher avisa-o que a sogra ia passar o Natal lá a casa. O Pai Natal passou-se! No meio do desespero, tocam-lhe à porta. Com a pressa de abrir a porta, tropeça, bate com a cabeça numa esquina da mesa e começa a sangrar abundandemente. Já verde de raiva, abre a porta e dá de caras com um anjinho dizendo com uma voz angelical: — Olá Pai Natal! Boas Festas! Venho visitar-te nesta quadra tão feliz, cheia de paz e amor. Trago-te aqui esta árvore de natal. Onde é que queres que a meta? ... E foi assim que desde então todas as árvores de Natal passaram a ter um anjinho no topo...
Há muitos anos na véspera de Natal, o Pai Natal estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado as prendas todas.
Tinha uma rena coxa e outra constipada.
Desesperado foi beber um copo, chega à adega e não havia nada.
Voltou à cozinha para comer alguma coisa e os ratos tinham comido tudo.
Como se tudo isto não bastasse, a mulher avisa-o que a sogra ia passar o Natal lá a casa.
O Pai Natal passou-se!
No meio do desespero, tocam-lhe à porta.
Com a pressa de abrir a porta, tropeça, bate com a cabeça numa esquina da mesa e começa a sangrar abundandemente.
Já verde de raiva, abre a porta e dá de caras com um anjinho dizendo com uma voz angelical:
— Olá Pai Natal! Boas Festas! Venho visitar-te nesta quadra tão feliz, cheia de paz e amor. Trago-te aqui esta árvore de natal. Onde é que queres que a meta?
... E foi assim que desde então todas as árvores de Natal passaram a ter um anjinho no topo...