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Numa dessas cidades do interior brasileiro (poderia também ser em Portugal), não sei se era em Campinas ou em Реlотаs, um distinto fazendeiro (F) muito macho estava preocupado com a virilidade do seu filho. O fato é que seu filho tinha retornado recentemente da outra cidade (Реlотаs ou Campinas) onde passara alguns meses. Decidiu, então, contar com os serviços de um amigo psicólogo (P), que foi até a sua residência para conversar com o suspeito (S). Após as formalidades iniciais fez algumas perguntas, obtendo as respostas: P. Qual é o seu numero de sorte? S. Ah, é o 11! P. Que animal você gostaria de ser? S. Ora, o jacaré! P. E qual é a profissão que você quer exercer? S. Sem nenhuma duvida, eu quero ser advogado! Dirigindo-se para o amigo, (P) falou: P. Fique tranqüilo meu amigo, pois seu filho não escolheu 24 como número, não escolheu o viаdо como animal, e como profissão ele quer ser advogado, e não outra de maricas. O pai satisfeito, disse ao filho que estava muito orgulhoso dele e que gostaria de saber o motivo daquelas escolhas. S. Ora meu pai, escolhi o 11 porque é 1 atras do outro; escolhi o jacaré porque defende-se com o rаво; e quero ser advogado porque pula de uma vara a outra!
Um francês, um argentino e um brasileiro estão visitando a Arábia Saudita e resolvem tomar umas doses de whisky, quando a policia aparece e os prende. A simples posse de bebida alcoólica é uma ofensa grave na Arábia Saudita e os três são sentenciados à morte, num julgamento sumário. Entretanto, após vários meses e com a ajuda de bons advogados, eles conseguem que a sentença de morte seja transformada em prisão perpétua. Por um capricho da sorte, no aniversário da Arábia Saudita, o benevolente Sheik resolve abrandar ainda mais a pena e decreta que os mesmos poderão ser soltos após receber 20 chibatadas cada. Quando eles estão se preparando para a punição, o Sheik anuncia:
— Hoje é aniversário de minha esposa, e ela me pediu para permitir a cada um de vocês um desejo antes da punição. O francês foi o primeiro da fila, pensou um pouco e pediu:
— Por favor, amarrem 2 travesseiros nas minhas costas. Assim foi feito, mas os travesseiros só duraram 10 chibatadas antes de completar a punição e quando tudo terminou ele teve que ser carregado sangrando e com muita dor. O argentino, sabido como sempre, viu o que tinha acontecido e sendo segundo, pediu:
— Por favor, amarrem 4 travesseiros nas minhas costas. Porém, mesmo assim, após 15 chibatadas os travesseiros não suportaram e o Argentino foi levado sangrando e maldizendo o acontecido. O brasileiro foi o último e antes que pudesse dizer o seu pedido, foi interrompido pelo Sheik:
— Você é um de um país belíssimo, do futebol e das mulatas. Eu adoro o Brasil, e vou lhe agraciar com 2 pedidos antes da punição. - Obrigado, sua Alteza, disse o Brasileiro. Em reconhecimento a sua bondade, meu primeiro desejo é que eu receba 100 chibatadas e não 20 como previsto, pois eu me sinto culpado pelo ocorrido. Ao que o Sheik respondeu:
— Além de ser um homem honrado e gentil, o senhor também um homem corajoso. Que assim seja! Mas e seu segundo pedido?, perguntou o Sheik. Ao que o Brasileiro complementou:
— Quero que amarrem o Argentino às minhas costas'.
Os anjos estavam jogando uma partida de futebol quando, de repente, a bola atravessa o muro e vai pros quintos dos infernos, quebrando uma das vidraças. Alguns minutos depois, um sujeito todo endiabrado toca a campainha. - Pois não? - pergunta-lhe um anjo, abrindo a porta. - Aqui está a bola de vocês! Fique sabendo que ela quebrou uma das nossas vidraças e nós queremos receber o prejuízo, senão vamos processá-los. - Bem, eu... - fez o anjo, surpreso. - Acho que seria melhor eu discutir diretamente com um dos seus advogados. - Não, não é necessário, nós vamos pagar! Felizmente, aqui nós não temos advogados!