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Um político ia andando pela rua, passou em frente a um banco e lembrou-se de que precisava de algum dinheiro. Entrou no banco e viu que estava sem a carteira, sem o cartão do banco, sem cheques e sem documentos. Mesmo assim foi falar com o gerente para ver se ele quebrava o galho.
— Bem, — disse o gerente — é difícil atender o seu pedido. Eu não conheço o senhor, o senhor não tem documentos. Agora, se o senhor provar quem é, talvez eu possa fazer alguma coisa.
— O que é que você está querendo dizer? Eu sou um deputado muito importante — falou o político com a peculiar arrogância.
— É o seguinte: um dia desses entrou aqui no banco o cantor Alceu Valença. Ele não tinha documentos, mas cantou um trecho de "Morena Tropicana". Com isto, ele comprovou a identidade dele e eu autorizei o saque. Outro dia, isso aconteceu com o Romário. Ele não tinha documentos, mas comprovou a identidade dele dando um show de bola. Entendeu?
— Ah, entendi.
O político pensou um pouco e falou:
— Mas eu não sei fazer nada, só faço trampolinagens, maracutaias, safadezas, essas coisas...
— Quanto é mesmo que o senhor quer sacar? O senhor quer em notas de cinquenta ou de cem reais?
Uma senhora comprou um Mercedes último tipo e orgulhosamente saiu da concessionária dirigindo-o. No meio do caminho, ela tentou mudar as estações do rádio do carro mas não conseguiu de jeito nenhum. Furiosa, ela deu meia volta e retornou à concessionária. Chegando lá, foi reclamar com o vendedor que havia lhe atendido, o qual imediatamente se desculpou:
— Calma, minha senhora! É que esqueci de lhe dar às instruções a respeito deste Rádio Inteligente, importado do Japão. Para ativá-lo, é só usar o tom de voz pedindo o gênero musical. Por exemplo: Música sacra!
E o rádio imediatamente emendou "Erguei as mãos e dai glória a Deus"...
O vendedor prosseguiu:
— Outro exemplo: Axé music!
E o rádio tocou "Segura o Tchan, Amarra o Tchan..."
— E mais um exemplo: Funk!
E o rádio soltou a pérola "Um tapinha não dói, um tapinha..."
— Está bem, já entendi! — Interviu a senhora, que ficou maravilhada com a tecnologia, pediu desculpas pelo mal-entendido e saiu dirigindo satisfeita. No meio do caminho, ela disse, cheia de empolgação:
— Rock and Roll!
E o rádio imediatamente começou a tocar uma música dos Rolling Stones, enquanto a velhinha cantava, e afundava o pé no acelerador.
De repente, um carro vem a toda velocidade na contramão e quase bate no Mercedes novinho da madame, que em um ato de reflexo tira o carro do caminho salvando-se de um grave acidente. Passado o susto, ela se vira pra trás e grita:
— Filho da Рuта!
No mesmo instante a música do rádio é interrompida pela seguinte mensagem:
"Interrompemos nossa programação para ouvir um pronunciamento do Excelentíssimo senhor Presidente da República..."
Fidel morre e chega no céu, mas não estava na lista. Assim, São Pedro o manda ao inferno. Quando chega lá, o Diabo em pessoa o recebe e diz:
— Olá, Fidel, seja bem-vindo. Eu estava te esperando. Aqui você vai se sentir em casa.
— Obrigado, Satanás, mas estive primeiro no céu e esqueci minhas malas lá em cima.
— Não se preocupe. Vou enviar dois diabinhos para pegar suas coisas.
Os dois diabinhos chegam às portas do céu, mas as encontram fechadas porque São Pedro tinha saído para almoçar.
— Olha, é melhor pularmos o muro. Aí pegamos as malas sem perturbar ninguém.
Então, os dois diabinhos começam a escalar o muro. Dois anjinhos passavam por ali e ao verem os diabinhos, um comenta com o outro:
— Pô, não faz nem dez minutos que Fidel está no inferno e já temos refugiados!
O rapaz termina o segundo grau e não tem vontade de fazer uma faculdade. O pai, meio mão de ferro, dá um apertão:
— Ahh, não quer estudar? Bem, perfeito. Vadio dentro de casa eu não mantenho, então vai trabalhar...
O velho, que tem muitos amigos, fala com um deles, que fala com outro até que ele consegue uma audiência com um político que foi seu colega lá na época de muito tempo atrás:
— Rodriguez, meu velho amigo! Você se lembra do meu filho? Pois é, terminou o segundo grau e anda meio à toa, não quer estudar. Será que você não consegue nada pro rapaz não ficar em casa vagabundeando?
Aos 3 dias, Rodriguez liga:
— Zé, já tenho. Assessor na Comissão de Saúde no Congresso, 9.000 por mês, pra começar.
— Está louco! O rapaz recém terminou o colégio, não vai querer estudar mais, consegue algo mais abaixo.
Dois dias depois:
— Zé, secretário de um deputado, salário modesto, 5.000, tá bom assim?
— Nãooooo, Rodriguez, algo com um salário menor, eu quero que o rapaz tenha vontade de estudar depois... Consiga outra coisa.
— Olha Zé, a única coisa que eu posso conseguir é um carguinho de ajudante de arquivo, alguma coisa de informática, mas aí o salário é uma merreca, 2.800 por mês e nada mais.
— Rodriguez, isso não, por favor, alguma coisa entre 800 a 1.000 pra começar.
— Isso é impossível Zé!
— Mas, por quê?
— Porque esses são por concurso!
Um político ladrão vai preso depois de ser acusado de coagir testemunhas, desviar verbas públicas e roubar algum dinheiro público. Já no xadrez, a velha raposa passa mal do coração e é levada às pressas pra um hospital. Depois de todos os exames, o médico explica, com ar grave:
— Não chegou a ser um enfarte, mas terei que fazer uma ponte de safena no senhor.
O político olha pra um lado, olha pro outro, puxa o médico pelo colarinho e diz baixinho no ouvido dele:
— Uma ponte não, doutor... Faça logo três, superfaturadas: uma pra mim, uma pra minha família e a terceira o senhor divide com sua equipe.
Um médico britânico diz:
— A medicina, em meu país, está tão avançada que nós podemos retirar o cérebro de um homem, colocá-lo em outro homem, e fazer com que ele possa estar procurando emprego, em seis semanas.
Um médico alemão diz:
— Isto não é nada. Nós podemos retirar o cérebro de uma pessoa, colocá-lo em outra, e fazer com que ela esteja se preparando para a guerra, em quatro semanas.
O médico americano, para não ser superado, diz:
— Vocês, meus caros, estão muito atrás. Nós, recentemente, retiramos um homem sem cérebro, do Texas, o colocamos, na Casa Branca, e, agora, temos a metade do país procurando emprego, e a outra metade se preparando para a guerra.
Uma porção de políticos viajava em um avião, quando o capeta aparece de repente e anuncia que vai derrubá-lo. Foi um corre-corre danado. Em discursos inflamados, deputados declaravam que seria uma perda irreparável para o país, senadores suplicavam por compaixão, líderes se diziam injustiçados.
Mas nada disso comovia o diabo. Até que, em determinado momento, ACM pediu a palavra, levantou-se, cochichou algo no ouvido de Satã e este último finalmente resolveu reconsiderar a sua decisão e saiu se desculpando.
Curiosos e aliviados, os políticos foram ter com ACM:
— O que foi que Vossa Excelência disse ao capeta?
— Eu disse apenas que Salvador tem prefeito, mas quem manda lá sou eu; a Bahia tem governador, mas quem manda lá sou eu; o Brasil tem presidente, mas quem manda lá sou eu..., e enfatizei:
"O senhor não se iluda, quando morrer vou direto para o inferno!"
Três horas da tarde, toca o telefone da Casa Branca.
— Por gentileza, eu posso falar com George Bush?
— Quem gostaria? — pergunta a estagiária.
— Aqui é o Osama!
— O... Osa... Osama Bin Laden? — grita ela, eufórica.
— Sim, minha filha... Mas chama ele logo que eu não tenho todo o tempo do mundo!
— Er, um minuto só! — diz a garota, correndo pela sala oval e gritando o nome do presidente, que voa para o telefone:
— Hello, hello...
— Calma Bush, aqui é o seu amigo Laden!
— Seu, seu... O que você quer?
— Eu liguei para lhe dar duas notícias, uma boa e outra ruim!
— Fala logo! Qual é a boa?
— A boa é que eu vou me entregar... Estou indo pros Estados Unidos amanhã...
— Sério? E a ruim?
— A ruim é que eu vou de avião!