Dia 8 de abril, em um tribunal de São Paulo, uma velhinha começava a responder às perguntas:
— Qual o seu nome?
— Camila Vando.
— Idade?
— Tenho 67 anos.
— Dona Camila, onde a senhora estava há uma semana atrás? E diga-nos o que aconteceu.
— Eu estava sentada no banco de uma praça, dando comida aos pombos quando surgiu um jovem e se sentou ao meu lado.
— Você o conhecia?
— Não... Nunca tinha visto antes.
— O que ele fez?
— Ele começou a conversar comigo e logo acariciou a minha coxa.
— A senhora o deteve?
— Não.
— Por que não?
— Foi agradável... Ninguém nunca mais havia feito isso depois que o meu marido, que Deus o tenha, morreu.
— E depois? O que aconteceu?
— O levei para minha casa, o convidei para fazermos tricô, tomamos uns drinks, e então, ele começou a acariciar meus seios.
— A senhora tentou evitar?
— Não.
— Por que não?
— Porque me fez sentir excitada... Não me sentia assim há anos!
— O que aconteceu depois?
— Eu comecei a abrir as pernas suavemente, e disse:
"Me possua!"
— Ele a possuiu?
— Não... ele gritou:
"Primeiro de Abril"! Foi aí que eu abri a gaveta, puxei o revólver do falecido e dei o tiro nele!
Um homem de 85 anos estava em seu check-up anual e o médico pergunta como ele esta se sentindo.
— Eu nunca me senti tão bem, disse ele. Minha nova esposa tem 18 anos e esta gravida! Esperando um filho meu! Qual a sua opinião a respeito?
O médico refletiu por um momento e então, disse:
— Deixe-me contar-lhe uma estória. Eu conheço um cara que era um caçador fanático. Nunca perdeu uma estação de caça. Mas, um dia, por engano, colocou seu guarda-chuva na mochila, ao invés de sua arma. Quando estava na floresta, repentinamente um urso apareceu a sua frente! Ele sacou o guarda-chuva da mochila, apontou para o urso, e este, inexplicavelmente, caiu morto a sua frente.
— Isto e impossível disse o velhinho. Algum outro caçador deve ter atirado no Urso!
— Exatamente... Esta e minha opinião a seu respeito.