Melhores piadas

Um grupo de amigos se reunia todas as manhãs, á beira do rio para pescar. Não davam muita sorte. Geralmente, voltavam para casa com uns poucos Lambaris e se davam por satisfeitos. Uma certa manhã, na margem oposta, apareceu um Japones e começou a pescar.
Imediatamente, começou a fisgar um peixe atrás do outro. Peixes enormes e a poucos metros do grupo que olhava admirado. Lá pelo meio-dia, o Japones ia embora levando vários quilos de peixe nas costas.
Todos os dias, a mesma coisa. Experimentaram trocar de margem. Combinaram acordar mais cedo, para tomar posse do local em que o Japones pescava, achando que esta era a razão do sucesso do pescador. O Japones, ao ver seu local tomado, simplesmente sentou-se á beira da margem oposta e começou sua pescaria sem se importar com o fato.
E cada vez pescando mais peixes, sem parar.
Um dia, cansados daquela situação, resolveram partir para a ignorância. Agarraram o Japones pela garganta e disseram:
— Olha aqui, Japa. Agora voce vai nos contar o segredo desta sua sorte para pescar. Ou conta ou enchemos voce de porrada!
O Japones, muito calmo, explicou:
— Ahhh! Isso? Velha simpatia de Japones pescador.
— Então conta. Conta logo! - Disseram todos.
— É muito simples. Todo dia, antes de sair para pescar, Japones sai pela cozinha e passa a mão na bunda de mulher. Nunca falha.
— Só isso?
— Só.
Soltaram o Japones, pedindo desculpas e foram, correndo cada um para sua casa dormir cedo para prepararem-se para a manhã seguinte.
Um deles, ao acordar, veste-se ràpidamente e sai pela porta da cozinha e ao avistar a mulher no quintal de costas, lavando roupa, dá-lhe uma bela passada de mão na bunda.
A mulher, sem se virar, diz:
— Já vai pescar de novo, Japones?
Houve um acidente no deserto onde só sobreviveram quatro pessoas, o alemão, o brasileiro, o angolano e o japonês.
Depois de muito vagarem e já com muita fome e sede, eles avistaram um oásis onde havia um convento.
Muito felizes com aquilo, eles correram até o convento e bateram na porta. Depois de muito baterem, abriu-se a porta e uma freira apareceu pergutando o que queriam. Aí então um deles respondeu:
— A gente tá vagando nesse calor infernal sem comida e nem água, por favor deixe a gente entrar.
A pobre freira foi então consultar a madre superiora.
A madre então foi até o portão e disse:
— Tudo bem, vocês podem entrar, mas com a condição de que nunca mais sairão?
E sem pensarem duas vezes, os quatro aceitaram a imposição da madre.
E por lá ficaram por muitos e muitos anos, comendo e bebendo até que um dia, enjoados daquela vida chata, voltada para Deus e também fartos de já terem traçados todas as freiras, eles se reuniram e decidiram pedir a madre que os deixassem ir embora. Foram então ter com a madre:
— Madre, estivemos pensando esses últimos meses, e vimos que essa vida de religioso é muito monótona e queremos ir embora.
A madre responde:
— Tudo bem, podem ir, mas com outra condição?
— Qual?
— Que a soma das quatro picas deêm 40 cm?
Os quatro aceitaram o desafio e foram para as medições.
Primeiro foi o alemão, arriou as calças e mediu 8 cm.
O próximo foi o brasileiro, abriu a baguilha da calça e somou mais 12 cm.
O terceiro foi o angolano que, tirando a rola para fora somou mais 19,5 cm.
Os quatro já estavam aliviados, pois já tinham, só os três primeiros, somados 39,5 cm.
Foi então o japonês, arriou as calças e com muito sacrificio, achou seu pinto e somou mais 0,5 cm.
Os 40 cm. estavam conquistados e os quatro estavam livres.
Na saída, cada um ia se gabando mais que o outro:
— Se não fossem meus oito centímetros - dizia o alemão.
— Que nada, o que contou foram meus doze - gabava-se o brasileiro.
— Calem a boca, o que salvou foram meus dezenove centímetros e meio - dizia o angolano.
Foi então que, já muito furioso com aquilo, o japonês disse:
— Vocês quatro aí, fiquem quietos que se meu раu não estivesse durо, vocês tavam tudo fudido.