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Piadas de Amizade, Piadas de Amigos - Page 10
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Um casal estava voltando de Angra dos Reis em um potente Jaguar a aproximadamente 120 Km/h.
Depois de passarem quase todo o trajeto sem conversar uma palavra sequer, a esposa resolveu quebrar o silêncio:
— Querido, nós estamos casados há 30 anos, já vivemos muitas alegrias juntos, já compartilhamos muitas coisas boas... mas eu quero o divórcio!
O marido permaneceu calado e aumentou a velocidade para 130 km/h.
Então a esposa continuou:
— Eu não quero que você me peça para mudar de idéia... Estou tendo um caso com o seu melhor amigo e estou convencida de que ele é o homem certo pra mim...
O marido, ainda calado, aumentou a velocidade para 140 km/h.
E ela continuou:
— Eu vou ficar com a casa...
Mais uma acelerada e a velocidade aumenta para 150 km/h.
— Eu quero ficar com as crianças...
160 km/h.
Eu quero o carro, a conta-corrente, todos os cartões de credito!
170 km/h.
E você, não vai dizer nada? Não vai dizer o que você quer?
— Não, querida... Eu tenho tudo o que eu preciso aqui mesmo, neste carro... Neste momento eu tenho a coisa mais importante do mundo do meu lado! — disse ele, começando a se emocionar.
Ela não entendeu o discurso do marido e perguntou:
— Ah, é? Posso saber o que de tão importante você tem do seu lado?
Então ele aumentou a velocidade para 220 Km/h e completou:
— O airbag fiса do meu lado!
O presidente faz uma visita a uma escola em Brasília e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras. A professora pergunta ao presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia". Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia. Um garoto se levanta e diz:
— Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
— Não - diz o presidente — isto seria um ACIDENTE.
Uma garotinha levanta a mão.
— Se um ônibus escolar levando cinqüenta crianças — pergunta ela — caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
— Também não — explica o presidente — Neste caso, seria uma GRANDE PERDA.
A sala fiса em silêncio. Nenhum voluntário. O presidente olha para a turma:
— Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, um garotinho levanta a mão. Com uma voz tranquila ele diz:
— Se o avião presidencial, levando o senhor e dona Ruth, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
— Fantástico! — exclama o presidente — Correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
— Bem, — diz o garoto — porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!
O novo promotor, recém-concursado, um jovem boa-pinta, ainda no frescor dos seus 25 anos, fora transferido para trabalhar numa cidadezinha bem distante no sertão nordestino. Há uma semana hospedado no único hotel da cidade ele notou que em todos este dias não tinha visto nenhuma mulher nas cidade. Curioso, perguntou para um morador:
— Amigo, desculpe a curiosidade, mas eu ainda não conheci nenhuma senhorita nesta cidade...
— Ah doutor, aqui tem tempo que não nasce mulher não!
— Mas e vocês não sentem necessidade de um namoro, algum aconchego?
— Bom doutor, quando a gente com aquela vontade a gente vai até a beira do rio, né? Lá tem uma mulinha que ajuda a quebrar o galho!
— O quê? Mula? Que absurdo! Não acredito nisto!
E saiu o jovem promotor, indignado.
Passados alguns meses os hormônios falaram mais alto e o rapaz começou até a achar coerente se consolar com a mulinha. Foi até a beira do rio e chegando lá, usando de sua autoridade:
— Com licença, com licença, eu sou o promotor eu vou primeiro!
E abaixando as calças, tacou ferro na coitada.
Ohhhh! Espanto geral, quando, do fundo, alguém grita:
— Ô Doutor, a zona é do outro lado, a mula é só pra atravessar o rio!
Um homem chega do trabalho e logo em seguida seu filho entra na sala assustado gritando:
— Papai, eu ouvi um barulho no guarda roupa, acho que tem alguem lá, vai ver papai.
O homem tirou o paletó e foi para o quarto, abriu a porta do guarda roupa e disse :
— Viu filho, não tem ninguém aqui, só o Cardoso... Cardoso?
O homem quase teve um treco e tremendo disse:
— Não acredito Cardoso, você é meu melhor amigo, não pode ser. Você não pode fazer isso, meu companheiro, meu colega, você é quase um irmão pra mim. Não posso acreditar... Se esconder no meu guarda roupa só pra assustar meu filho! Francamente Cardoso.
Um cara está na fila do caixa no supermercado quando uma morena escultural lhe acena com a mão e lança um sorriso daqueles. Ele deixa por momentos o carrinho das compras na fila, dirige-se à morena e lhe diz, quase sussurrando:
— Desculpe, será que já nos conhecemos?
Ela responde, sempre com aquele sorriso:
— Pode ser que eu esteja enganada, mas acho que o senhor é o pai de uma das minhas crianças.
O cara põe-se, de imediato, a vasculhar a memória e pensa na única vez em que foi infiel à esposa, perguntando baixinho para a morenaça:
— Não me diga que você é aquela stripper que eu comi sobre uma mesa de bilhar, naquela suruba com os meus amigos, completamente bêbado, enquanto uma de suas amigas me flagelava com uma toalha molhada enquanto uma outra me enfiou um pepino no cu?
— Bem, não — responde ela, constrangida. — Eu sou a nova professora do seu filho!
Duas distintas senhoras encontram-se após um bom tempo sem se verem. Uma pergunta à outra:
— Como vão seus dois filhos... a Rosa e o Francisco?
— Ah! querida... a Rosa casou-se muito bem. Tem um marido maravilhoso. É ele que levanta de madrugada para trocar as fraldas do meu netinho, faz o café da manhã, arruma a casa, lava as louças, recolhe o lixo e faz a faxina. Só depois é que sai para trabalhar, em silêncio, para não acordar a minha filha. Um amor de genro! Benza-o, ó Deus!
— Que bom, heim amiga! E o seu filho, o Francisco? Casou também?
— Casou sim, querida. Mas tadinho dele, deu azar demais. Casou-se muito mal... Imagina que ele tem que levantar de madrugada para trocar as fraldas do meu netinho, fazer o café da manhã, arrumar a casa, lavar a louça, recolher o lixo e ainda tem que fazer a faxina! E depois de tudo isso ainda sai para trabalhar em silêncio, para sustentar a preguiçosa, da minha nora.
Estava num clima meio ruim com o maridão e resolvi fazer uma surpresa... Comprei 250 velas de tamanhos diferentes, 10 dúzias de rosas vermelhas, espumante, queijos e frutas e decorei toda a Casa. Nosso quarto fiса no segundo andar e eu fiz um caminho de velas desde a porta de entrada até o quarto. As escadas iluminadas, tudo lindo!
Depois de tudo preparado, chamei um casal de amigos para acender as 250 velas antes de chegarmos em casa. A cama estava coberta com pétalas de flores e com arranjos maravilhosos de antúrios, além do espumante no gelo e as frutas, queijos e frios completavam o clima do quarto.
Guardamos o carro na garagem e pedi pro marido ir à frente que eu já estava saindo do carro.
Enquanto ele abria a porta eu tratei de tirar o vestido. Fiquei só de lingerie e cinta-liga. Quando meu maridão abriu a porta eu desci do carro. Semi-nua, claro! Quando olhei a cara do meu marido percebi que ele estava branco. Virou pra mim, sem perceber "meu modelito", e gritou:
— A casa está pegando fogo!
Eu, calmamente, disse para ele olhar novamente. Fiz até uma cara "sеxy" para dizer isso...
Ele abriu a porta mais uma vez e gritou, mais branco ainda:
— Рuта que pariu, não é incêndio! É macumba!!!