Um rapaz que estava prestes a se casar, queria muito transar com sua noiva, ainda virgem.
Ela sempre se negava.
Um belo dia ela diz ao noivo que se ele esperar, na noite de núpcias, eles farão LUBUNGA. o noivo ficou apavorado, pois nunca havia ouvido falar em LUBUNGA. Então resolveu perguntar a um amigo de infância.
— Porfavor, eu estou precisando da sua ajuda, minha noiva me disse que faremos LUBUNGA na noite de núpcias, e eu nem sei oque é isso. Me diga, oque é LUBUNGA?
— LUBUNGA? Indagou o amigo.
E derrepente, começou a bater no rapaz.
Sem entender nada, ele foi perguntar a seu pai.
— Pai oque é LUBUNGA?
E o pai também encheu o rapaz de porrada.
Ele foi perguntar a mãe. E apanhou dela também.
Perguntou também ao irmão, e apanhou.
Ele desesperado, não sabia oque iria fazer na noite de núpcias. E pensava.
— Que vergonha, eu vou me casar com uma moça virgem que vai fazer LUBUNGA comigo, e eu nem sei oque significa isso.
Então chega o dia do casamento.
Na igreja, o rapaz desesperado esperando a noiva no altar e sem saber oque é LUBUNGA. Então chega a noiva, e quando ela vem chegando perto dele no altar, vai dizendo baixinho:
— É hoje meu amor, vamos fazer LUBUNGA. Voce já se preparou?
Ele ficava mais nervoso.
Durante a cerimônia do casamento, ela dava umas olhadas para o noivo, e falava baixinho:
— LUBUNGA, LUBUNGA, vamos fazer LUBUNGA.
Na festa, ela não parava de falar para ele:
— LUBUNGA, estou louquinha para fazer LUBUNGA com voce meu amor.
No final da festa, o casal foi passar a noite num motel. Ao chegar lá, ela perguntou ao seu marido:
— Meu amor, vamos fazer LUBUNGA? Estou doidinha para fazer LUBUNGA.
Ela sem saber ainda oque era LUBUNGA. Deitou-se na cama e esperou que ela voltasse do banheiro.
De dentro do banheiro, ela perguntou:
— Amor. Já está preparado para fazer-mos LUBUNGA?
E ele.
— Sim meu venha.
Ela, então sai do banheiro, nua fiса de frente para ele e diz:
— Então agora faremos LUBUNGA.
Ela se afastou, então correu em direção a cama, onde estava o rapaz louco para fazer LUBUNGA. Derrepente ela tropeça, cai, bate com a cabeça no pé da cama e morreu.
E até hoje, ninguém, mas ningém sabe oque é LUBUNGA.
Um casal de carro na estrada. A mulher de repente se vira e diz:
— Quero o divórcio. Estou tendo um caso com seu melhor amigo, ele é muito melhor na cama, e resolvi largar você e ficar definitivamente com ele.
O cara não diz nada, mas começa a acelerar até os 80 Km/h. A mulher continua:
— E quero ficar com a casa, com a guarda das crianças e os cartões de crédito.
O cara calado e acelera até 90km/h. Ela prossegue:
— E quero também o barco, a casa de campo e as jóias.
Ele chega a 100km/h ainda sem dizer nada. Ela vai em frente e diz:
— O título do clube, o dinheiro dos investimentos e o carro também.
110km/h, 120km/h... Como ele ainda não fala nada, ela pergunta:
— E você? Não vai dizer nada?
Ele finalmente responde, enquanto o carro vai chegando perto dos 130km/h:
— Não, não quero nada. Tenho tudo que preciso... E o que eu tenho você NÃO tem e nunca terá.
Ela dá uma risadinha, olha pra ele e pergunta:
— É mesmo? E o que é que você tem?
Ele dá um sorriso, acelera mais ainda e diz:
— Airbag.
Era uma vez um homem que tinha uma paixão terrível:
Feijões cozidos com bacon.
Ele os adorava, mas eles provocavam muitos gases, criando uma situação um pouco embaraçosa ao homem. Um dia, ele conheceu uma garota e se apaixonou.
Quando estava aparente que eles iriam se casar, ele pensou:
— Ela nunca vai se casar comigo se eu continuar desse jeito.
Então, ele fez um supremo sacrifício e largou os feijões.
Pouco depois eles se casaram...
Alguns meses depois, ao sair em serviço, o carro dele quebrou e, como eles viviam fora da cidade, ele telefonou para sua esposa dizendo a ela que chegaria atrasado porque teria de voltar a pé.
No caminho de volta para casa, ele passou por um pequeno restaurante, que exalava um maravilhoso e inebriante aroma de feijões cozidos com bacon.
Como ainda tinha que andar alguns quilômetros até em casa, ele pensou que qualquer efeito negativo passaria muito antes de chegar.
Não teve dúvidas, entrou e pediu, babando, duas porções caprichadas de feijões. Já retornando para casa, sua volta foi marcada por estrondosos e contínuos gases, os quais, sem o menor constrangimento ou inibição, ele soltava com um misto de prazer e realização.
Chegando em casa, sentiu-se bem aliviado e seguro. Sua esposa o encontrou na porta e, parecendo bastante excitada, lhe disse:
— Querido, eu tenho a maior surpresa para você no jantar de hoje! Coloque essa venda para não estragá-la.
Vendado, ela o guiou até a cadeira na cabeceira da mesa de jantar. O fez sentar-se e prometer que não olharia em hipótese nenhuma.
Neste ponto, ele sentiu que havia um enorme flato a caminho. Um suor frio percorreu-lhe a coluna, ao segurar aquilo que lhe pareceu ser todo o gás de um Zeppelin. Mas ele o segurou brava e heroicamente.
Quando sua esposa estava prestes a remover a venda, o telefone tocou.
Ela, novamente, o fez prometer que não ia olhar até que ela voltasse e saiu para atender o telefone. Enquanto ela estava fora, ele aproveitou a oportunidade.
Jogou seu peso para apenas uma perna e soltou um que, não apenas saiu alto, como tinha o som daqueles apitos de marinheiro embarcando.
Tendo em vista a dificuldade para respirar, devido ao mau cheiro, ele procurou pelo guardanapo e começou a abanar o ar em volta de si. Estava começando a se sentir melhor quando outro surgiu a toda força.
Levantou a perna e RRRIIIPPPPP! Soou como um motor a diesel pegando e, agora, fedeu mais ainda. Parecia com o fedor de animal morto, mas com carniça de toda uma parelha de cavalos!
Esperando que aquele nausebundo odor se dissipasse, começou a sacudir os braços loucamente.
As coisas começavam a voltar ao normal quando sentiu os loucos ímpetos de mais um. Levantou uma perna, igual a um lutador de sumô, e mandou ver...
O barulho foi como se tivessem tocado os trombones do inferno.
Esse foi um legítimo merecedor de uma medalha de ouro.
Seis graus na escala Richter!!! Nem um tiro do canhão Bertha da Primeira Guerra (que atingia Paris a 60 km de distância) era igual em decibéis.
As janelas vibraram, a louça na mesa sacudiu e, setenta segundos depois, a rosa sobre a mesa feneceu.
Após noventa, morreu sequinha! Enquanto ficava com um ouvido atento à conversa da mulher no telefone e mantendo a sua promessa de não tirar a venda, ele manteve uma cadência de fogo cerrado.
Uma barragem de artilharia, mesmo! Quase seis minutos dando tiros e abanando-se ora com os braços, ora com o guardanapo.
Quando ouviu a mulher despedir-se no telefone, suavemente depositou o guardanapo no colo e cruzou por sobre ele suas mãos.
Um sorriso, um misto de marotice e inocência, marcava a expressão angelical da sua cara, quando sua esposa entrou pedindo desculpas por haver demorando tanto.
Perguntou-lhe se havia olhado a mesa de jantar, o que ele negou, veementemente. Certificando-se de que não a enganara, a esposa, retirou sua venda e gritou:
— Surpresa!!!
Para seu choque e horror estavam doze convidados, com caras que iam do espanto incrédulo ao horror tragicômico, sentados na mesa, ao seu redor, para a festa surpresa do seu ANIVERSÁRIO.
É durо ser homem.. É durо ter que suportar, sem demonstrar:
— A dor física e moral de uma bolada no saco.
— O incômodo de uma cotovelada no gogó.
— A tortura de usar terno no verão.
— O suplício de fazer a barba todo dia.
— O desespero de uma cueca apertada.
— O prazer adolescente de soltar um bom arroto.
— A loucura que é fingir indiferença diante de uma mulher sem sutiã.
— Viver sobre o permanente risco de ter que entrar numa briga.
— Pilotar a churrasqueira.
— Ter que resolver os problemas do computador.
— Ter que reparar a roupa nova dela.
— Ter que reparar que ela trocou o perfume.
— Ter que reparar que ela trocou a tintura do cabelo de Imédia 713 louro cendre natural para 731 louro bege.
— Ter que jamais reparar que ela tem um pouco de celulite.
— A importância de uma decisão de campeonato para a humanidade.
— Ter que conversar sobre aplicações, debêntures, dólares, commodities, marcos, CDBs e RDBs, mesmo que o seu salário mal dá para chegar ao final do mês.
— Trabalhar pra сасете em prol de uma família que reclama que ele trabalha para сасете!
— Desviar os olhos do decote da secretária, que se faz de distraída e deixa a blusa desabotoada até o umbigo.
— Trabalhar com mulher!!! aqui para nós, diga se é possível discutir a sério um assunto de trabalho com alguém que use batom vermelho, perfume atrás da orelha, cabelos soltos que balançam ao vento e saia justa? E quando ela cruza as pernas?...
— Ter a obrigação de ser um atleta sеxuаl..
— Ter pavor de broxar na hоrа H.
— Ter a suspeita que ela, com todos aqueles suspiros e gemidos, só está tentando nos incentivar.
— Ouvir um NÃO, virar conformado para o lado e dormir tranqüilo, apesar da vontade de quebrar todo o quarto e fazer um escândalo.
— Ter que ouvi-la dizer que não tem uma única roupa.
— Parar para comer frango no domingo na casa dos sogros, discutir política com aquele coroa reacionário, tratar bem os sobrinhos e se controlar para não dar na cara do irmão cara de раu dela, que veio pedir dinheiro emprestado de novo!!!
.... Depois elas ainda acham que é fácil, só porque nós não menstruamos??!!!