Estas advertências estão realmente escritas em embalagens de produtos vendidos em Portugal:
Na embalagem do sabonete anti-séptico Dial:
"Indicações: utilizar como sabonete normal"
(Boa! Cabe a cada um imaginar pra que serve um sabonete anormal...) Em alguns pacotes de refeições congeladas Swan:
"Sugestão de apresentação: descongelar primeiro"
(É só sugestão! De repente o pessoal pode estar a fim de chupá-las como picolé...) Num hotel que oferecia touca para a ducha:
"Válido para uma cabeça"
(Alguém muito romântico poderia colocar a sua e a da amada na mesma touca...) No pudim da Marks & Spencer:
"Atenção: o pudim estará quente depois de aquecido"
(Brilhante!!!) Na embalagem do ferro de passar Rowenta de fabricação alemã:
"Não engomar a roupa sobre o corpo"
(Gostaria de conhecer a infeliz criatura que não deu ouvidos a este aviso) Num medicamento pediátrico contra o catarro infantil, da Boots:
"Não conduza automóveis nem maneje maquinária pesada depois de tomar este medicamento"
(Tantos acidentes poderiam ser evitados se fosse possível manter esses travessos miúdos de 4 anos longe dos volantes dos carros e dos tratores Catterpillars) Nas pastilhas para dormir da Nytol:
"Advertência: pode produzir sonolência"
(Pode não, deve!!!! Foi prá isso que eu comprei!) Numa caixa de luzes de decoração de Natal:
"Usar apenas no interior ou no exterior"
(Alguém pode me dizer qual é a 3ª opção? Será o espaço cósmico?
O brasileiro chega ao trabalho todo sorridente, feliz com a vida, e seu colega português lhe pergunta:
— Por que estás a rir à toa?
Ele responde:
— Tive uma noite maravilhosa. Estava fazendo sеxо com minha mulher, e quando estava quase gozando, peguei a minha arma e dei um tiro para cima, ela levou um рuта susto, contraiu sua vаginа e gozei muito gostoso!
— Por que você não faz a mesma coisa?
E assim o português se propôs a fazer… No outro dia o português chega ao trabalho com uma cara de меrdа… E seu amigo pergunta:
— E aí não deu certo?
Ele respondeu:
— Claro que não! Estava eu a fazer um 69 com minha mulher quando ia estar a chegar lá, dei o tiro sugerido. Ela levou um рuта susto, mordeu meu раu, cagou na minha cara e ainda me sai um filho da рuта do armário gritando:
"Não me mate, por favor!"
Manoel estava passeando com um amigo brasileiro até que de repente tropeçou em uma lâmpada mágica. De dentro dela, saiu um gênio muito impaciente, que disse:
— Eu vou dar três ovos pra cada um de vocês! Quando vocês decidirem os seus três desejos, é só quebrá-los e eles se realizarão! Fui… Os dois ficaram surpresos vendo o gênio sumir, mas levaram os ovos para casa. O brasileiro chegou em casa e já foi quebrando os três de uma vez.
— Eu quero muito dinheiro, mulheres e um carrão! — pediu ele. Logo apareceu dinheiro por todas as partes da casa, mulheres nuas no sofá e na cama e uma Ferrari vermelha na garagem.
Então ele juntou um pouco de dinheiro, pegou a Ferrari, colocou a mulher mais gostosa do seu lado e correu pra casa do seu amigo Manoel. Chegando lá, ele encontrou o português sentado no sofá, cabisbaixo e exclamou:
— Pô, Manuel, o que houve? Cadê as mulheres? Cadê o dinheiro?
— Ah, eu cheguei em casa e coloquei os ovos na geladeira até decidir o que eu queria pedir! Quando enfim tomei a primeira decisão, o ovo escorregou da minha mão e eu gritei "Сасете!". Logo apareceram cacetes e mais cacetes por todas as partes da minha casa. Então eu nem tive tempo de pensar, peguei o segundo ovo e gritei "Que sumam todos os cacetes!".
— Tá bom, mas sobrou um ovo! — gritou o brasileiro, desesperado. — O que você desejou com o terceiro ovo, homem de Deus?
— Ah, eu tive que gastá-lo pra pedir o meu сасете de volta!