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Piadas sobre Dinheiro - Page 7
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Estava o Gaudério em sua estância trabalhando, quando olhou para o relógio e exclamou assustado!
— A las frescas! To mais atrasado que tartaruga em desfile de lebre! O fandango começa daqui a pouco, tche!
Apressadíssimo, o Gaudério correu para a casa e no caminho falou pro guri que trabalhava na fazenda:
— Piá! Encilha ligeiro um animal pra mim que eu to lосо de atrasado pro baile!
E o menino nem bem acabou e o Gaudério montou e se mandou correndo para chegar em tempo ao baile. No caminho resolveu pegar um atalho que, diziam, tinha assombração. Mesmo assim ele não quis saber. De repente, no meio do mato, surgiu o diabo, o capeta em pessoa. O Gaudério, mais branco que lenço de padre, tremia todo:
— Coisa ruim! Por favor não me mate, tchê!
— Calma gaúcho — respondeu o tristonho — Pelo contrário, vou te conceder três pedidos. Peça o que quiser.
— Ah, é assim? Pois então, quero ter um rosto de galã de cinema, que minha guaiaca fique cheia de dinheiro, e um órgão sеxuаl igual ao deste animal que estou montando!
— Pode ir pro baile — disse o demo — vou te atender a todos teus desejos.
E o Gaudério chegou no fandango, atiçado. Foi pro banheiro conferir o resultado dos pedidos. Primeiro olhou no espelho e tava com o rosto do Tom Cruise. Depois abriu a guaiaca e era dinheiro que não cabia mais. Finalmente baixou a calça pra conferir o terceiro pedido:
— Piá de меrdа! O menino me encilhou a égua!
O sujeito foi ao bordel. Chegando lá havia um tabela: Meia por R$15,00 e Inteira por R$30,00.
Como estava com dinheiro e a fila para a meia era enorme, resolveu encarar a inteira. Após pagar os R$30,00, entrou numa sala circular, toda espelhada em volta e no teto. No meio da sala, havia uma loira maravilhosa, uma cama redonda e um espanador. Quando o sujeito viu a loira, ficou excitadíssimo e começou a achar que os R$30,00 foram muito bem empregados. Aproximou-se da loira e foram para cama. Quando a situação estava ficando realmente quente, a loira diz:
— Nós só vamos transar se você deixar eu colocar esse espanador na sua bunda.
E ele:
— Como? De jeito nenhum! Sou espada!
A loira:
— Então, pode ir. Não vai ter nada.
— Mas isso é um absurdo! — diz ele.
— São as regras. — diz a loira.
O sujeito, então olhou bem para a loira, para o espanador e pensou:
"A mulher é gostosíssima, maravilhosa, não posso perder essa chance... Ninguém vai saber, só estamos nós dois aqui... E depois, de mais a mais, até que esse espanador não é tão grande...". E resolveu topar.
Então, ele transou com a loira com um espanador enfiado no na bunda e não se arrependeu. Foi a melhor transa de sua vida, e não é que o espanador deu um toque todo especial?
No dia seguinte, empolgadíssimo, resolveu voltar ao bordel. Só que só tinha apenas R$15,00. Lamentou não poder repetir a experiência do dia anterior, mas resolveu encarar a meia.
Depois de pagar, entrou numa espécie de arena, com vários andares de arquibancada, lotada. No centro da arena, havia uma redoma de vidro. Dentro da redoma, lá estava a loira fenomenal do dia anterior, com o corpo todo besuntado de óleo. Junto com ela, um anão. Toda vez que o anão se aproxima e tenta transar com a loira, escorrega no óleo e cai.
O sujeito começa a achar aquilo muito sem graça e a se arrepender de ter gasto dinheiro com aquilo. Comentou então com um cara que estava ao seu lado:
— Amigo, é isso aí que é a meia? Qual a graça?
E o cara:
— É que hoje tá meio fraco mesmo... Mas ontem, tinha um cara com um espanador no rаво que foi um sucesso!
Um cavalo entra num bar e pede uma cerveja. O barman fiса em choque, um cavalo de verdade entrou em seu bar, sentou-se no bar como uma pessoa, e pediu uma cerveja em português perfeito.
Ele avisa para o cavalo:
— Sinto muito senhor, mas eu tenho que ir falar antes com meu gerente por um momento.
Então o barman vai para a parte de trás e explica a situação ao seu gerente. O gerente pensa por um momento e depois diz ao barman:
— Bem, este é um bar, então vá em frente e sirva esse cavalo uma cerveja. Entretanto, considerando que ele é um cavalo, ele provavelmente não sabe qual o preço de uma cerveja, então vá em frente e cobre 30 reais.
O barman se vira e vai para o balcão onde o cavalo ainda está sentado, visivelmente assistindo futebol na TV. O barman pergunta ao cavalo:
— Ok, o que o senhor vai querer?
O cavalo se vira e diz:
— Me dê uma Heineken.
O barman coloca a cerveja no copo e então lentamente desliza pelo balcão a conta de R$30,00. O cavalo pega a conta com seus cascos, passivamente olha para ela, puxa seu cartão de crédito, lentamente o desliza de volta, e depois com calma volta a assistir ao jogo enquanto bebe sua cerveja. O barman ainda está meio confuso com toda a situação e fiса curioso sobre o cavalo, mas ele não quer correr o risco de ofender um cavalo de quase 500 kg por fazer as perguntas erradas. Assim, ele opta por apenas puxar assunto:
— Você sabe, nós realmente não temos muitos cavalos vindo aqui.
O cavalo lentamente, impassível se vira para o barman e responde:
— Você sabe, com preços como estes eu não estou surpreso.
Uma velhinha caminhava pela calçada arrastando 2 sacos plásticos de lixo. Uma das sacolas estava rasgada e de vez em quando caía uma nota de 20 dólares pelo buraco da sacola.
Um policial que passava a parou e disse:
— Senhora, tem notas de 20 caindo desse saco plástico.
— É mesmo? Que droga! — respondeu a velhinha. — Melhor eu voltar e ver se eu pego as que caíram. Obrigado seu guarda por me avisar.
— Pera aí senhora, onde conseguiu todo esse dinheiro? A senhora não andou roubando, né?
— Não, não… sabe seu guarda, o meu quintal dá para um campo de golfe, e um monte de golfistas urinam por um buraco que tem na minha cerca, direto no meu canteiro de flores. Isso realmente me incomodava; sabe, matava minhas flores. Então eu pensei: Porque não me aproveitar dessa situação? Agora eu fico bem quieta, atrás do buraco na cerca, com a minha tesoura de jardim. Toda vez que algum golfista enfia o "instrumento" através da minha cerca, eu pego ele de surpresa, agarro o instrumento e digo: OK amigão, ou me paga 20 dólares ou eu corto essa coisa.
— Parece justo, — diz o policial rindo da história. — OK, boa sorte! Mas, a propósito, o que tem no outro saco?
— Bem, você sabe… — diz a velhinha. — Nem todos pagam!
O sujeito foi fazer uma tatuagem e ordenou ao tatuador:
— Quero que você tatue uma nota de 100 reais no meu pênis!
— Você tá louco, cara? — perguntou o tatuador, perplexo — Isso aí vai doer pra сасете! Aliás, vai doer no сасете!
— Não tem problema — respondeu o corajoso — Vou fazer essa tatuagem em homenagem a quatro pessoas!
— É mesmo? Quem são esses doidos?
— Claro! Em primeiro lugar, em homenagem a mim, claro! Eu sou empresário e adoro ver o dinheiro crescer! Em segundo, em homenagem à minha mulher, que é economista e fiса feliz vendo o dinheiro entrar e sair! Em terceiro, em homenagem à minha amante, que chupa todo o meu dinheiro! E, por último, em homenagem ao meus funcionários! Eu sempre disse pra eles que um dia eles vão encher o rаво de dinheiro!
Dois assaltantes portugueses invadiram um banco muito movimentado, renderam todos que estavam lá dentro e foram direto até os cofres, que ficavam nos fundos da empresa.
Manoel arrombou o primeiro e disse para o amigo Joaquim:
— Mas que diabos.. Olha só! Aqui não tem dinheiro! Só tem iogurte!
— Oh raios! Mas que coisa estranha! Bem, mas se está no cofre, deve ser um iogurte muito bom! Então vamos tomar, ora pois!
Depois de acabarem com todos os potes de iogurte do primeiro cofre, correram para o segundo. Este Joaquim abriu.
— Não acredito! — gritou ele — Mas este também só tem iogurte!
Ora raios, mas de novo.... iogurte, iogurte e mais iogurte! — disse Manoel, já empapuçado, olhando para um dos seguranças rendidos.
— Mas que porcaria de banco é esse, que só tem iogurte? O segurança olha para os dois portugueses e diz, em voz baixa:
— É porque esse daqui é apenas um Banco de Esperma, senhores!
Estava o casal no maior rala-e-rola quando a mulher ouve um barulho:
— Meu marido! Meu marido!
— Mas você não disse que ele só viaja?
— Pois é, acho que aconteceu alguma coisa! Mas tudo bem, eu tenho um plano: estes dias, como eu estava sozinha em casa, fui visitar os Oliveira e vi uma estátua na sala da casa deles que parecia real! Eu vou cobrir você de talco, coloco um lençol e pronto: Você fiса parecendo com aquela escultura!
Mais que depressa, enquanto o marido guardava o carro, brincava com os cachorros, subia a escada... etc., etc, preparam o disfarce. Quando ele entrou na sala, logo perguntou:
— Querida, o que é isso?
— Ah amor, esta é uma estátua que eu comprei. Não é linda? Feita toda em mármore!
— É. É perfeita mesmo.
— Ufa, esta foi por pouco. — suspira a esposa.
De madrugada, o marido desce, abre a geladeira, pega uma latinha de cerveja e diz para a "estátua":
— Toma rapaz, bebe ai! Enquanto eu estava na casa dos Oliveira, não me deram nem um copo de água!
O sujeito tinha quatro filhos, três bonitos, fortes e saudáveis e um, o mais novo, que se chamava Josias e era mirradinho, raquítico, todo estropiado. Viveu a vida toda, desconfiando da mulher, mas nunca tivera coragem de tocar no assunto, porém, já em seu leito de morte, desabafa:
— Meu amor... eu gostaria de saber se o Josias é realmente meu filho.
— Querido...
— Por favor, não minta pra mim. Se não for, não tem problema... eu te perdôo desde já. Eu só queria saber a verdade...
— Sim, querido. — responde a mulher. — Você é o pai de Josias sim, juro por tudo o que é mais sagrado...
— Puxa, que bom ouvir isso... — solta o seu último suspiro e morre.
E a esposa, aliviada:
— Ainda bem que ele não perguntou dos outros três!
Joãozinho estava na porta do cinema querendo entrar para ver um filme impróprio, mas o guarda não deixava de jeito nenhum. Ele pede:
— Deixa eu entrar, seu guarda?
Ao que o guarda responde:
— Nem pensar! Já tá tarde e você é muito novo para assistir esse filme! Então Joãozinho anda para lá e para cá insistindo para entrar mas o guarda não deixa, até que ele começa a cuspir para cima e colocar sua cabeça embaixo. O guarda estranha sua atitude e pergunta:
— Porque você está fazendo isso, menino?
— Deixa eu entrar, que eu te conto!
— Nem pense nisso!
— Tá bom! Você é quem sabe!
E ele continuou a cuspir para cima e colocar a cabeça em baixo. O guarda insistiu:
— Por que você faz isso, menino?
— Deixa eu entrar que eu te conto!
— Pare com isso garoto! Você não vai entrar!
Ele ficou cuspindo para cima e colocando cabeça embaixo até que o guarda não aguentou mais e disse:
— Tá bom pode entrar, mas me diga logo porque está fazendo isso?
— Primeiro eu vou assistir o filme e depois eu conto!
Ao sair do cinema, o guarda chama Joãozinho:
— Ei volte aqui, agora já assistiu o filme, então me conte o seu segredo!
— É que ontem a noite eu ouvi minha mãe dizer para meu pai:
"Cospe na cabeça que entra" e como o senhor pôde ver, seu guarda, realmente dá certo!
O sujeito era bem dotado, mas exageradamente bem dotado: seu instrumento media 50 cm! Na realidade ele não era assim tão feliz, como muitos poderiam imaginar. Tinha sempre que comprar calças largas, para poder amarrar o dito cujo na coxa. Urinar era um pesadelo, imaginem... As garotas desmaiavam só de imaginar. Um dia estava ele a chorar as mágoas com um amigo, comentando sobre seus sofrimentos.
O amigo disse:
— Mas isso não tem problema! Você não sabe que existe uma sapinha na floresta?
— Como assim?
— Você vai lá, e pergunta pra ela se ela quer casar com você.
Ela vai responder não e com isso seu раu vai encolher dez centímetros.
— Sério! Vou lá amanhã cedo.
Lá chegando, nosso amigo não teve dificuldades para achar a sapinha.
— Sapinha, você quer casar comigo?
— Não!
Voltando para casa ele foi direto pro banheiro, de régua na mão: 40 cm! Radiante com a encurtada saiu para uma volta, e começou a pensar: Na realidade 50 ou 40, ainda é impraticável. Vou voltar na floresta novamente.
— Sapinha, você quer casar comigo?
— Não!
E mediu novamente: 30 cm! Ele pensou: Hummm, melhor que antes, mas talvez com 20. Aí sim, as meninas iriam vibrar. E lá voltou ele:
— Sapinha, você quer casar comigo?
— Eu já disse: Não! Não! Não!
O promotor de justiça chama sua primeira testemunha, uma velhinha de idade bem avançada. Para começar a construir uma linha de argumentação, o promotor pergunta para a velhinha:
— Dona Genoveva, a senhora me conhece, sabe quem eu sou e o que faço?
Responde a Testemunha:
— Claro que eu o conheço, Carlinhos! Eu o conheci ainda bebê. E, francamente, você me decepcionou. Você mente, você trai sua mulher, você manipula as pessoas, você espalha boatos e adora fofocas. Você acha que é influente e respeitado na cidade, quando na realidade você é apenas um coitado. Ah, se eu o conheço! Claro que conheço!
O promotor fiса petrificado, incapaz de acreditar no que estava ouvindo. Ele fiса mudo,olhando para o juiz e para os jurados. Sem saber o que fazer, ele aponta para o advogado de defesa e pergunta à velhinha:
— E o advogado de defesa, a senhora o conhece?
A velhinha responde imediatamente:
— O Robertinho? É claro que eu o conheço! Desde criancinha. Eu cuidava dele para a Marina, a mãe dele. E ele também me decepcionou. É preguiçoso, puritano, alcoólatra e sempre quer dar lição de moral nos outros sem ter nenhuma para ele. Ele não tem nenhum amigo e ainda conseguiu perder quase todos os processos em que atuou.
Neste momento, o juiz pede que a senhora fique em silêncio, chama o promotor e o advogado perto dele, se debruça na bancada e fala baixinho aos dois:
— Se um de vocês perguntar a esta velha filha da рuта se ela me conhece, vai sair dessa sala preso! Fui claro?