Na maternidade, dois bebês deitados lado a lado conversam. O menino pergunta: — Você é um menino ou uma menina? — Sei não. Acabei de nascer. — Vamos ver o que você é. Baixe um pouco o lençol. — Não! Que isso? — Só um pouquinho. — Não! — Só um pouquinho. Ninguém tá vendo. — Não. Nem pensar. — Deixa eu ver, deixa. — Tá bem. Tá bem. Mas só um pouquinho. — Assim não dá pra saber. Baixa mais, baixa. — Você tem certeza de que não vem ninguém? — Tenho, sim. — E aquela enfermeira ali? — Tá dormindo. Baixa mais, baixa. Só um pouquinho, baixa. — Assim? — Ah, é uma menina. Os sapatinhos são cor de rosa...
Na maternidade, dois bebês deitados lado a lado conversam. O menino pergunta:
— Você é um menino ou uma menina?
— Sei não. Acabei de nascer.
— Vamos ver o que você é. Baixe um pouco o lençol.
— Não! Que isso?
— Só um pouquinho.
— Não!
— Só um pouquinho. Ninguém tá vendo.
— Não. Nem pensar.
— Deixa eu ver, deixa.
— Tá bem. Tá bem. Mas só um pouquinho.
— Assim não dá pra saber. Baixa mais, baixa.
— Você tem certeza de que não vem ninguém?
— Tenho, sim.
— E aquela enfermeira ali?
— Tá dormindo. Baixa mais, baixa. Só um pouquinho, baixa.
— Assim?
— Ah, é uma menina. Os sapatinhos são cor de rosa...