Nas ruas de Lisboa, o bêbado tropeça em uma lâmpada mágica. — Quem foi o veado que colocou esta... (hic) Quem é você? — Eu sou um gênio! — disse o vulto que saiu da lâmpada — E você tem direito a três desejos! O bêbado lusitano pensou por alguns minutos e disse: — Ora pois! (hic) Eu quero uma g... garrafa de pinga que não acabe nunca! — O seu desejo é uma ordem! — disse o gênio, fazendo aparecer uma garrafa dourada. O sujeito deu várias goladas, ficou ainda mais bêbado e viu que realmente a pinga nunca terminava. — Muito bem! — alertou o gênio — Agora, diga logo, quais os seus outros dois desejos? E o portuga não pensou duas vezes: — Me dá mais duas garrafas iguais a essa!
Nas ruas de Lisboa, o bêbado tropeça em uma lâmpada mágica.
— Quem foi o veado que colocou esta... (hic) Quem é você?
— Eu sou um gênio! — disse o vulto que saiu da lâmpada — E você tem direito a três desejos!
O bêbado lusitano pensou por alguns minutos e disse:
— Ora pois! (hic) Eu quero uma g... garrafa de pinga que não acabe nunca!
— O seu desejo é uma ordem! — disse o gênio, fazendo aparecer uma garrafa dourada.
O sujeito deu várias goladas, ficou ainda mais bêbado e viu que realmente a pinga nunca terminava.
— Muito bem! — alertou o gênio — Agora, diga logo, quais os seus outros dois desejos?
E o portuga não pensou duas vezes:
— Me dá mais duas garrafas iguais a essa!