No Alentejo era costume se colocar um par de chifres em cima do capôt dos automóveis. Um compadre queria enfeitar assim o seu carrito, e lembrou-se lá do seu compadre que criava vaquinhas e foi-lhe fazer uma visita. — Compadre, eu queria uns cornos para enfeitar o meu carro, você mecê não me arranja uns? — Está bem compadre, quando eu matar uma vaquinha arranjo-lhe isso. Duas semanas depois, estava o primeiro a passear na sua bicicleta e passa à porta do compadre e este chamo-o. — Compadre, já tenho a encomenda que me pediu. — Que maçada, agora estou com a bicicleta, como vou levar isso? — Não faz mal. Vai a pé e leva a bicicleta numa mão e os cornos na outra. E lá foi, pelo caminho passa por outro compadre e este diz-lhe: — Ê compadre!!!! Não me diga que teve um acidente.
No Alentejo era costume se colocar um par de chifres em cima do capôt dos automóveis. Um compadre queria enfeitar assim o seu carrito, e lembrou-se lá do seu compadre que criava vaquinhas e foi-lhe fazer uma visita.
— Compadre, eu queria uns cornos para enfeitar o meu carro, você mecê não me arranja uns?
— Está bem compadre, quando eu matar uma vaquinha arranjo-lhe isso.
Duas semanas depois, estava o primeiro a passear na sua bicicleta e passa à porta do compadre e este chamo-o.
— Compadre, já tenho a encomenda que me pediu.
— Que maçada, agora estou com a bicicleta, como vou levar isso?
— Não faz mal. Vai a pé e leva a bicicleta numa mão e os cornos na outra.
E lá foi, pelo caminho passa por outro compadre e este diz-lhe:
— Ê compadre!!!! Não me diga que teve um acidente.