No colégio, a professora de português avisa: — Amanhã a aula será sobre versos e rima, e receberemos a visita do Diretor. — Por isso vamos treinar. Ritinha, cite um verso. - diz a professora. — Eu tenho uma coisa que é só minha, o amor de minha maninha. — Parabéns! Diz a professora. Amanhã você declama este verso ao Diretor. — Agora e você Joãozinho. — Eu, esta bem, lavai: O urubu tem pena no cú. — Que coisa feia. - diz a professora. Va pra casa e pense em um versinho bem bonito para amanhã. No dia seguinte, chega o Diretor - A classe fiса de pé. E a professora chama a Ritinha para declamar o verso. - E a meninha declama. — Eu tenho uma coisa que é só minha, o amor de minha maninha. — O Diretor, muito bem minha filha. A professora. — Joãozinho agora e sua vez. - O pestinha diz - O URUBU TEM PENA NO PÉ. O Diretor, fala. — Joãozinho esta frase não rimou. O Joãozinho Responde: — Eu sei Sr., O URUBU TEM PENA NO PÉ, NÃO TEM NO CÚ PORQUE A FESSORA NÃO QUE.
No colégio, a professora de português avisa:
— Amanhã a aula será sobre versos e rima, e receberemos a visita do Diretor.
— Por isso vamos treinar. Ritinha, cite um verso. - diz a professora.
— Eu tenho uma coisa que é só minha, o amor de minha maninha.
— Parabéns! Diz a professora. Amanhã você declama este verso ao Diretor.
— Agora e você Joãozinho.
— Eu, esta bem, lavai: O urubu tem pena no cú.
— Que coisa feia. - diz a professora. Va pra casa e pense em um versinho bem bonito para amanhã.
No dia seguinte, chega o Diretor - A classe fiса de pé. E a professora chama a Ritinha para declamar o verso. - E a meninha declama.
— Eu tenho uma coisa que é só minha, o amor de minha maninha.
— O Diretor, muito bem minha filha.
A professora.
— Joãozinho agora e sua vez. - O pestinha diz - O URUBU TEM PENA NO PÉ.
O Diretor, fala.
— Joãozinho esta frase não rimou.
O Joãozinho Responde:
— Eu sei Sr., O URUBU TEM PENA NO PÉ, NÃO TEM NO CÚ PORQUE A FESSORA NÃO QUE.