No final do corredor de um hospício um louco dia e noite gritava: — Tô podre! Tô podre! Tô podre! Sem saber o que fazer os psiquiatras foram ve-lô, chegando lá depararam-se com o indivíduo enfiando o dedo no cú e cheirando.
No final do corredor de um hospício um louco dia e noite gritava:
— Tô podre! Tô podre! Tô podre!
Sem saber o que fazer os psiquiatras foram ve-lô, chegando lá depararam-se com o indivíduo enfiando o dedo no cú e cheirando.