Numa aula de biologia, depois de discorrer um bom tempo sobre o alto teor dos níveis de glicose contidos no sêmen, o professor é interrompido por uma garota loira: — O senhor está dizendo que existe tanta glicose no sêmen quanto no açúcar, mestre? — Perfeitamente! — Então, por que o gosto não é doce? Antes que as gargalhadas acabassem, a garota pegou os seus livros e ia se retirando com a cabeça baixa quando o professor interveio: — Ei... garota! Ela virou-se. — O gosto não é doce porque as papilas degustativas que reconhecem o sabor doce encontram-se na ponta da língua e não no fundo, perto da garganta, onde suponho que a senhorita tenha feito a experiência!
Numa aula de biologia, depois de discorrer um bom tempo sobre o alto teor dos níveis de glicose contidos no sêmen, o professor é interrompido por uma garota loira:
— O senhor está dizendo que existe tanta glicose no sêmen quanto no açúcar, mestre?
— Perfeitamente!
— Então, por que o gosto não é doce?
Antes que as gargalhadas acabassem, a garota pegou os seus livros e ia se retirando com a cabeça baixa quando o professor interveio:
— Ei... garota!
Ela virou-se.
— O gosto não é doce porque as papilas degustativas que reconhecem o sabor doce encontram-se na ponta da língua e não no fundo, perto da garganta, onde suponho que a senhorita tenha feito a experiência!