Numa caçada pelo interior, um homem bem-vestido de Estocolmo mira e derruba um pato selvagem. Mas a ave cai no terreno de uma fazenda, e o fazendeiro diz que é dele. — O pato é meu - protesta o citadino. Como ninguém cede, o fazendeiro sugere resolver o problema à moda antiga: — Com o pontapé caipira. — O quê? — Eu lhe dou um chute bem forte na virilha, depois você faz o mesmo comigo. Quem de nós dois gritar menos leva o pato. O homem bem-vestido concorda. Então o fazendeiro se prepara e dá um pontapé daqueles nas “partes íntimas” do outro, que cai no chão e fiса ali por uns vinte minutos. Quando consegue se levantar, diz, ofegante: — Agora é minha vez. — Nada disso - protesta o fazendeiro, se afastando. - Você pode ficar com o pato.
Numa caçada pelo interior, um homem bem-vestido de Estocolmo mira e derruba um pato selvagem. Mas a ave cai no terreno de uma fazenda, e o fazendeiro diz que é dele.
— O pato é meu - protesta o citadino.
Como ninguém cede, o fazendeiro sugere resolver o problema à moda antiga:
— Com o pontapé caipira.
— O quê?
— Eu lhe dou um chute bem forte na virilha, depois você faz o mesmo comigo. Quem de nós dois gritar menos leva o pato.
O homem bem-vestido concorda. Então o fazendeiro se prepara e dá um pontapé daqueles nas “partes íntimas” do outro, que cai no chão e fiса ali por uns vinte minutos. Quando consegue se levantar, diz, ofegante:
— Agora é minha vez.
— Nada disso - protesta o fazendeiro, se afastando. - Você pode ficar com o pato.