Numa cidade do interior,Joãozinho entra na Igreja e vai direto ao confessionário. — Padre, eu pequei. — O que foi que você fez Joãozinho. — Padre, eu comi jíló. — Mas comer jiló não é pecado Joãozinho. E Joãozinho todo satisfeito saiu da Igreja. No outro dia, Pedrinho entra na Igreja confessando que também comeu jiló. E o Padre mais uma vez disse que comer jiló não era pecado. No domingo, dia de missa, o Padre observa um garoto que ainda não conhecia. Ao fim da missa a Padre se dirige ao garoto o comprimenta e pergunta seu nome. — Padre, meu nome é Clebinho, mas pode me chamar de jiló.
Numa cidade do interior,Joãozinho entra na Igreja e vai direto ao confessionário.
— Padre, eu pequei.
— O que foi que você fez Joãozinho.
— Padre, eu comi jíló.
— Mas comer jiló não é pecado Joãozinho.
E Joãozinho todo satisfeito saiu da Igreja.
No outro dia, Pedrinho entra na Igreja confessando que também comeu jiló.
E o Padre mais uma vez disse que comer jiló não era pecado.
No domingo, dia de missa, o Padre observa um garoto que ainda não conhecia.
Ao fim da missa a Padre se dirige ao garoto o comprimenta e pergunta seu nome.
— Padre, meu nome é Clebinho, mas pode me chamar de jiló.