O Argentino cai numa poça de areia movediça e está atolado até o joelho. Nisso, passa um Alemão e o Argentino, com toda sua arrogância, grita: — Ê hombre, no estás a ver? vá, arruma uma corda e me tira rápido! Anda! O Alemão, irritado, vai até a beira da poça e diz: — Tiro, se depois você fizer um boquete. — Vá embora, soy Argentino, muy hombre, some! O Argentino já está atolado até o umbigo quando passa um americano: — Ê hombre, no estás a ver? vá rápido, arruma uma corda e me tira daqui! Anda logo! — Te tiro se depois você ficar de quatro... — Some daqui, soy Argentino, muy hombre, vá à меrdа! — Quando o Argentino já está com areia até o nariz, passa um Brasileiro: — Hombre, hombre, por favor me tira daqui. Faço o que quiseres, fico de quatro, faço um boquete... — O Brasileiro chega até a beira da poça, põe o pé em cima e acaba de afundar: — Роrrа, além de Argentino é viаdо!
O Argentino cai numa poça de areia movediça e está atolado até o joelho. Nisso, passa um Alemão e o Argentino, com toda sua arrogância, grita:
— Ê hombre, no estás a ver? vá, arruma uma corda e me tira rápido! Anda!
O Alemão, irritado, vai até a beira da poça e diz:
— Tiro, se depois você fizer um boquete.
— Vá embora, soy Argentino, muy hombre, some!
O Argentino já está atolado até o umbigo quando passa um americano:
— Ê hombre, no estás a ver? vá rápido, arruma uma corda e me tira daqui! Anda logo!
— Te tiro se depois você ficar de quatro...
— Some daqui, soy Argentino, muy hombre, vá à меrdа!
— Quando o Argentino já está com areia até o nariz, passa um Brasileiro:
— Hombre, hombre, por favor me tira daqui. Faço o que quiseres, fico de quatro, faço um boquete...
— O Brasileiro chega até a beira da poça, põe o pé em cima e acaba de afundar:
— Роrrа, além de Argentino é viаdо!