O bebum andava pela rua, cambaleando e cantando "Viver e não ter a vergonha de ser feliz. Cantar e cantar e cantar..." até que parou em frente a uma casa e gritou: — Ô, mulher! O seu marido tá aí? Então saiu uma mulher na varanda e falou: — Está dormindo! — Então deixa! — disse o bêbado, continuando a cambalear. Então ele fez isso mais uma vez, duas, três e, na décima: — Ô, mulher! O seu marido tá aí? — Tá nada! — disse a mulher, pela janela, nervosa — O filho de uma рuта saiu pra beber e até agora não voltou! — Opa... Então a senhora poderia vir aqui embaixo ver se sou eu?
O bebum andava pela rua, cambaleando e cantando "Viver e não ter a vergonha de ser feliz. Cantar e cantar e cantar..." até que parou em frente a uma casa e gritou:
— Ô, mulher! O seu marido tá aí?
Então saiu uma mulher na varanda e falou:
— Está dormindo!
— Então deixa! — disse o bêbado, continuando a cambalear.
Então ele fez isso mais uma vez, duas, três e, na décima:
— Ô, mulher! O seu marido tá aí?
— Tá nada! — disse a mulher, pela janela, nervosa — O filho de uma рuта saiu pra beber e até agora não voltou!
— Opa... Então a senhora poderia vir aqui embaixo ver se sou eu?