O caipira chega num consultório oftalmológico, levando um vidro consigo. A recepcionista ao ver o vidro e seu conteúdo, diz: — Moço, o senhor deve ir ao laboratório. O caipira: — Não, eu quero uma consulta com o oculista. A recepcionista: — E esse vidro aí? pergunta a recepcionista. — Não importa, eu preciso falar com o oculista. Sem argumentação a recepcionista marca a consulta. Meia hоrа depois, ela chama o caipira e diz que ele pode entrar que o doutor já está esperando. Ao ver o caipira com aquele frasco na mão, o médico pergunta: — O senhor não deveria levar este vidro ao laboratório? O capira: — Não, o senhor não é o médico que trata dos olhos? — Sim. — Pois é, eu quero que o senhor me explique, porquê toda vez que eu solto um barro desses, escorre água dos meus olhos?
O caipira chega num consultório oftalmológico, levando um vidro consigo.
A recepcionista ao ver o vidro e seu conteúdo, diz:
— Moço, o senhor deve ir ao laboratório.
O caipira:
— Não, eu quero uma consulta com o oculista.
A recepcionista:
— E esse vidro aí? pergunta a recepcionista.
— Não importa, eu preciso falar com o oculista.
Sem argumentação a recepcionista marca a consulta.
Meia hоrа depois, ela chama o caipira e diz que ele pode entrar que o doutor já está esperando.
Ao ver o caipira com aquele frasco na mão, o médico pergunta:
— O senhor não deveria levar este vidro ao laboratório?
O capira:
— Não, o senhor não é o médico que trata dos olhos?
— Sim.
— Pois é, eu quero que o senhor me explique, porquê toda vez que eu solto um barro desses, escorre água dos meus olhos?