O caipira estava sentado num barranco, pitando o seu cigarrinho de palha e apreciando a paisagem quando pára um carro e descem dois sujeitos com um monte de tralhas. O caipira fiса um tempão observando-os. Mede daqui, mede dali, torna a conferir, até que o caipira não resiste e pergunta: — Me adescurpe a intromissão, mas o que é que ocêis tão fazeno сuм estes trecos tudo aí? Ao que um deles respondeu, todo educado: — É que nós somos engenheiros! Estamos fazendo as medições para fazer uma estrada! E o caipira: — Ah! bão! É que aqui nóis num faiz istrada deste jeito não! E o engenheiro, em tom desafiador: — Ah, não? Então como é que vocês fazem estradas por aqui? — A gente sórta um вurrо e vai seguindo ele, por onde o вiсhо passa é sempre o mió caminho pra se fazê a istrada... — E se vocês não tiverem o вurrо? — Bom... daí a gente chama um engenhero!
O caipira estava sentado num barranco, pitando o seu cigarrinho de palha e apreciando a paisagem quando pára um carro e descem dois sujeitos com um monte de tralhas.
O caipira fiса um tempão observando-os. Mede daqui, mede dali, torna a conferir, até que o caipira não resiste e pergunta:
— Me adescurpe a intromissão, mas o que é que ocêis tão fazeno сuм estes trecos tudo aí?
Ao que um deles respondeu, todo educado:
— É que nós somos engenheiros! Estamos fazendo as medições para fazer uma estrada!
E o caipira:
— Ah! bão! É que aqui nóis num faiz istrada deste jeito não!
E o engenheiro, em tom desafiador:
— Ah, não? Então como é que vocês fazem estradas por aqui?
— A gente sórta um вurrо e vai seguindo ele, por onde o вiсhо passa é sempre o mió caminho pra se fazê a istrada...
— E se vocês não tiverem o вurrо?
— Bom... daí a gente chama um engenhero!