O chinês entra em um restaurante grego, chama o garçon, também grego, e pede: — Um "aloz a glega", pô favô! O grego dá uma risada enorme, e, mesmo entendendo, pede para o repetir chinês algumas vezes, mas trás seu pedido. No dia seguinte, o chinês volta e pede de novo: — Um "aloz a glega", pô favô! O grego tira onda com a cara do chinês e trás o pedido. A cena se repete algumas vezes pelos dias seguintes. O chinês, já рuто da vida com o garçon grego, resolve tomar aulas de dicção, e então volta ao restaurante. Chama o mesmo garçon e pede: — Um arroz a grega, por favor! O garçom, incrédulo do que acabara de ouvir, pergunta: — Desculpe, o que mesmo o senhor disse? — Um arroz a grega, seu glego escloto!
O chinês entra em um restaurante grego, chama o garçon, também grego, e pede:
— Um "aloz a glega", pô favô!
O grego dá uma risada enorme, e, mesmo entendendo, pede para o repetir chinês algumas vezes, mas trás seu pedido.
No dia seguinte, o chinês volta e pede de novo:
— Um "aloz a glega", pô favô!
O grego tira onda com a cara do chinês e trás o pedido.
A cena se repete algumas vezes pelos dias seguintes. O chinês, já рuто da vida com o garçon grego, resolve tomar aulas de dicção, e então volta ao restaurante. Chama o mesmo garçon e pede:
— Um arroz a grega, por favor!
O garçom, incrédulo do que acabara de ouvir, pergunta:
— Desculpe, o que mesmo o senhor disse?
— Um arroz a grega, seu glego escloto!