O cidadão ia passando perto de um azilo, e der- repente o pneu do carro furou; ele parou para trocar pelo estepe. Quando ele tirou as quatro arruelas e se movimentou derrubou-as em um bueiro, e ficou agoniado. — Por meu, e agora? O que eu farei? Tinha um doido sentado na porta do azilo e falou: — Ei cidadão, são quatro rodas, cada roda tem quatro parafusos; então pegue um parafuso de cada roda e pronto, fiса três parafusos em cada pneu. O cara ficou abismado e perguntou: — Peraí, você não é um doido? O doido respondeu. — Eu sou doido, mas não sou вurrо.
O cidadão ia passando perto de um azilo, e der- repente o pneu do carro furou; ele parou para trocar pelo estepe. Quando ele tirou as quatro arruelas e se movimentou derrubou-as em um bueiro, e ficou agoniado.
— Por meu, e agora? O que eu farei?
Tinha um doido sentado na porta do azilo e falou:
— Ei cidadão, são quatro rodas, cada roda tem quatro parafusos; então pegue um parafuso de cada roda e pronto, fiса três parafusos em cada pneu.
O cara ficou abismado e perguntou:
— Peraí, você não é um doido?
O doido respondeu.
— Eu sou doido, mas não sou вurrо.