O padre capelão não pode ir confessar e pede a um dos seminaristas, já prestes a concluir o curso, que faça isso por ele, pois o seminarista já pode ir treinando. O seminarista vai para o confessionário e vem a primeira beata se confessar. A beata vai contando os pecados e deixa os pecados mais cabeludos (êpa!) para o final. — ... e pequei contra a castidade, padre. (Ela acha que é um padre mesmo.) - E que pecado foi esse? O seminarista parece querer detalhes e a beata esclarece. O seminarista escuta... "Puxa! que pecado!" - pensa ele e fiса sem saber que penitência deve dar à pobre pecadora. "O que o padre capelão daria de penitência numa situação dessas?" Ele não sabe e o jeito é perguntar. — Me diga uma coisa: quando é com o padre capelão, o que é que ele dá? — O padre capelão? Hum! Ele só dá santinho...
O padre capelão não pode ir confessar e pede a um dos seminaristas, já prestes a concluir o curso, que faça isso por ele, pois o seminarista já pode ir treinando. O seminarista vai para o confessionário e vem a primeira beata se confessar. A beata vai contando os pecados e deixa os pecados mais cabeludos (êpa!) para o final.
— ... e pequei contra a castidade, padre.
(Ela acha que é um padre mesmo.) - E que pecado foi esse?
O seminarista parece querer detalhes e a beata esclarece. O seminarista escuta... "Puxa! que pecado!" - pensa ele e fiса sem saber que penitência deve dar à pobre pecadora. "O que o padre capelão daria de penitência numa situação dessas?" Ele não sabe e o jeito é perguntar.
— Me diga uma coisa: quando é com o padre capelão, o que é que ele dá?
— O padre capelão? Hum! Ele só dá santinho...