O pai estava ansioso na sala de espera do hospital quando de repente surge o médico: — E aí doutor? - pergunta o pai entusiasmado - Como é meu filho? Já posso vê-lo? Segurar em seus bracinhos? — Sinto muito senhor. - responde o médico em tom desolador - Mas seu filho nasceu sem os dois braços. — Tudo bem doutor, é meu filho e eu amo ele. Mas e quanto as perninhas doutor? — Sinto muito senhor, mas ele também não tem pernas. — Tudo bem, é meu filho e eu amo ele. E a cabecinha, o corpinho doutor; são bonitos? — Senhor, desculpe informá-lo, mas seu filho não possui nem cabeça nem corpo, apenas uma orelha. — Como? - pergunta o pai nervoso. — Isso mesmo apenas uma orelha. — Tudo bem, é meu filho , eu devo amá-lo. Quando eu posso ir falar com ele doutor. — O senhor pode ir quando quiser, mas tem um probleminha, seu filho é surdo senhor.
O pai estava ansioso na sala de espera do hospital quando de repente surge o médico:
— E aí doutor? - pergunta o pai entusiasmado - Como é meu filho? Já posso vê-lo? Segurar em seus bracinhos?
— Sinto muito senhor. - responde o médico em tom desolador - Mas seu filho nasceu sem os dois braços.
— Tudo bem doutor, é meu filho e eu amo ele. Mas e quanto as perninhas doutor?
— Sinto muito senhor, mas ele também não tem pernas.
— Tudo bem, é meu filho e eu amo ele. E a cabecinha, o corpinho doutor; são bonitos?
— Senhor, desculpe informá-lo, mas seu filho não possui nem cabeça nem corpo, apenas uma orelha.
— Como? - pergunta o pai nervoso.
— Isso mesmo apenas uma orelha.
— Tudo bem, é meu filho , eu devo amá-lo. Quando eu posso ir falar com ele doutor.
— O senhor pode ir quando quiser, mas tem um probleminha, seu filho é surdo senhor.