O peão estava trabalhando na construção de uma torre quando, de repente, sente aquela vontade de urinar. — Posso descer pra mijar? — pergunta ao encarregado. — Роrrа nenhuma! Você vai perder muito tempo. Mije daqui mesmo! — Como? — Tá vendo aquela tábua? Vai até a ponta dele e mija dali. — Mas ela vai cair! — Não se preocupe, eu fico na outra ponta pra fazer o contrapeso. Assim que o peão tira o bilau pra fora, toca o telefone e o encarregado vai atender. O coitado despenca. Algumas horas depois o engenheiro da obra tentava entender o que havia acontecido, onde falhou a segurança, quando um peão arriscou um palpite: — Eu acho que foi pobrema sеxuаl! — Problema sеxuаl? — indagou o engenheiro. — É! Eu vi ele caindo... tava com o bilau na mão e gritava: "Cadê aquele viаdо? Cadê aquele viаdо?"
O peão estava trabalhando na construção de uma torre quando, de repente, sente aquela vontade de urinar.
— Posso descer pra mijar? — pergunta ao encarregado.
— Роrrа nenhuma! Você vai perder muito tempo. Mije daqui mesmo!
— Como?
— Tá vendo aquela tábua? Vai até a ponta dele e mija dali.
— Mas ela vai cair!
— Não se preocupe, eu fico na outra ponta pra fazer o contrapeso.
Assim que o peão tira o bilau pra fora, toca o telefone e o encarregado vai atender. O coitado despenca. Algumas horas depois o engenheiro da obra tentava entender o que havia acontecido, onde falhou a segurança, quando um peão arriscou um palpite:
— Eu acho que foi pobrema sеxuаl!
— Problema sеxuаl? — indagou o engenheiro.
— É! Eu vi ele caindo... tava com o bilau na mão e gritava:
"Cadê aquele viаdо? Cadê aquele viаdо?"