O português andando pela rua vê seu amigo brasileiro lendo um livro: — Ô josé, que estás a ler? — Um livro de lógica, Manuel. — O que é lógica? — Deixe eu ver um exemplo... o que você tem nesse saco? — Comida para peixes. — Se você está levando comida para peixes deve ter um aquário. — Estás correto! — Se tem aquário deve ter peixes dentro. — Correto! — E deve ter um filho pequeno que fiса olhando os peixes. — Corretíssimo! — E se tem filho mantém relações sexuais com uma mulher. — Exato! O Manuel também comprou um livro de lógica e encontrou na rua com seu amigo também português Joaquim: — Ô Manuel, que estás a ler? — Um livro de lógica, Joaquim. — Oque é lógica? — Por exemplo, você tem um aquário? — Não! — Pois então é veado!
O português andando pela rua vê seu amigo brasileiro lendo um livro:
— Ô josé, que estás a ler?
— Um livro de lógica, Manuel.
— O que é lógica?
— Deixe eu ver um exemplo... o que você tem nesse saco?
— Comida para peixes.
— Se você está levando comida para peixes deve ter um aquário.
— Estás correto!
— Se tem aquário deve ter peixes dentro.
— Correto!
— E deve ter um filho pequeno que fiса olhando os peixes.
— Corretíssimo!
— E se tem filho mantém relações sexuais com uma mulher.
— Exato!
O Manuel também comprou um livro de lógica e encontrou na rua com seu amigo também português Joaquim:
— Ô Manuel, que estás a ler?
— Um livro de lógica, Joaquim.
— Oque é lógica?
— Por exemplo, você tem um aquário?
— Não!
— Pois então é veado!