O português reclama de fortes dores ao seu médico: — Ai doutore, cá estou eu com dores fortes pelo corpo todo; eu ponho a mão aqui no peito... Ai! A mão nas costas... Ui! Até na minha cabeça dói... Iau! Depois de um rápido exame o portuga, já nervoso, lhe pergunta preocupado: — E então doutoire, é grave? — Não, não é grave, não. O senhor só está com o dedo quebrado.
O português reclama de fortes dores ao seu médico:
— Ai doutore, cá estou eu com dores fortes pelo corpo todo; eu ponho a mão aqui no peito... Ai! A mão nas costas... Ui! Até na minha cabeça dói... Iau!
Depois de um rápido exame o portuga, já nervoso, lhe pergunta preocupado:
— E então doutoire, é grave?
— Não, não é grave, não. O senhor só está com o dedo quebrado.