O professor estava aplicando uma prova numa turma de ensino médio. Já perto de terminar o horário Joãozinho diz: — Fessor, posso fazer uma pergunta? — Se for sobre a prova, pode. — Ah Fessor, não é sobre a prova não. — Então, não pode. — Ah Fessor, deixe aí vai... Ele insistiu tanto que o professor concordou: — Tá bom, Joãozinho, pergunte. — Fessor, quando você faz amor, o senhor beija na boca? Ele sem entender nada, repreendeu o aluno: — Isso não é coisa que se fale, Joãozinho. — Fessor, responda ai. É importante pra mim. Percebendo que a turma toda estava atenta a conversa, ele resolveu responder a pergunta. — Sim, Joãozinho. Quando eu faço amor eu beijo na boca. — Fessor, me beije na boca! E o professor ficou completamente encabulado: — Que é isso, Joãozinho? Por que eu beijaria você? — Ah Fessor, é que sua prova me fudeu todinho!
O professor estava aplicando uma prova numa turma de ensino médio. Já perto de terminar o horário Joãozinho diz:
— Fessor, posso fazer uma pergunta?
— Se for sobre a prova, pode.
— Ah Fessor, não é sobre a prova não.
— Então, não pode.
— Ah Fessor, deixe aí vai...
Ele insistiu tanto que o professor concordou:
— Tá bom, Joãozinho, pergunte.
— Fessor, quando você faz amor, o senhor beija na boca?
Ele sem entender nada, repreendeu o aluno:
— Isso não é coisa que se fale, Joãozinho.
— Fessor, responda ai. É importante pra mim.
Percebendo que a turma toda estava atenta a conversa, ele resolveu responder a pergunta.
— Sim, Joãozinho. Quando eu faço amor eu beijo na boca.
— Fessor, me beije na boca!
E o professor ficou completamente encabulado:
— Que é isso, Joãozinho? Por que eu beijaria você?
— Ah Fessor, é que sua prova me fudeu todinho!