O sujeito acaba de assumir o comando de uma importante multinacional e, no dia de sua posse, recebe três envelopes do seu antecessor: — Abra cada um deles, toda vez que se deparar com um problema difícil — aconselha o ex-presidente. As coisas parecem que iam caminhando bem até que alguns meses depois a empresa começa a dar prejuízo. Ele abre o primeiro envelope: "Culpe o seu antecessor"! Ele reúne-se com os acionistas, mostra gráficos e consegue provar que a culpa era do seu antecessores. Animados com o discurso, os acionistas voltam a investir e logo a empresa se recupera. Mais alguns meses se passam, o lucro desaparece, ele abre o segundo envelope: "Corte custos". Imediatamente ele reúne a diretoria e exige cortes drásticos em todas as áreas. No mês seguinte os resultados já começam a ser satisfatório novamente. Passa-se mais um ano e novamente a empresa volta a dar prejuízo. Ele abre o terceiro envelope: "Prepare três envelopes!"
O sujeito acaba de assumir o comando de uma importante multinacional e, no dia de sua posse, recebe três envelopes do seu antecessor:
— Abra cada um deles, toda vez que se deparar com um problema difícil — aconselha o ex-presidente.
As coisas parecem que iam caminhando bem até que alguns meses depois a empresa começa a dar prejuízo.
Ele abre o primeiro envelope:
"Culpe o seu antecessor"!
Ele reúne-se com os acionistas, mostra gráficos e consegue provar que a culpa era do seu antecessores.
Animados com o discurso, os acionistas voltam a investir e logo a empresa se recupera.
Mais alguns meses se passam, o lucro desaparece, ele abre o segundo envelope:
"Corte custos".
Imediatamente ele reúne a diretoria e exige cortes drásticos em todas as áreas. No mês seguinte os resultados já começam a ser satisfatório novamente.
Passa-se mais um ano e novamente a empresa volta a dar prejuízo. Ele abre o terceiro envelope:
"Prepare três envelopes!"