O sujeito está sentado em frente ao cassino, chorando convulsivamente, com uma caixinha na mão. Passa um conhecido e se espanta: — Mas o que foi que houve? — A morte! Eu quero a morte! — O que é isso, homem? Já sei! Você perdeu no jogo? — É. . . — Quanto? Dez mil? — Mais, muito mais. . . — Não vá dizer que foram cinqüenta? — Mais ainda. . . — Meu Deus! Quanto? — Cem! Cem mil! — Ai, сасете! Se eu perdesse cem mil no jogo, minha mulher me arrancava os bagos. — E o que é que você acha que tem dentro dessa caixinha?
O sujeito está sentado em frente ao cassino, chorando convulsivamente, com uma caixinha na mão. Passa um conhecido e se espanta:
— Mas o que foi que houve?
— A morte! Eu quero a morte!
— O que é isso, homem? Já sei! Você perdeu no jogo?
— É. . .
— Quanto? Dez mil?
— Mais, muito mais. . .
— Não vá dizer que foram cinqüenta?
— Mais ainda. . .
— Meu Deus! Quanto?
— Cem! Cem mil!
— Ai, сасете! Se eu perdesse cem mil no jogo, minha mulher me arrancava os bagos.
— E o que é que você acha que tem dentro dessa caixinha?