O velho estava de viagem por uma cidadezinha muito religiosa. Ele entra num bar para tomar uma pinguça quando percebe um jovem e rico estrangeiro. O estrangeiro pede: — Garrçom, me dá um cerveja! O garçom o entrega um copo e ele bebe de um gole só. O garçom, espantado, exclama: — Meu senhor, aqui nós temos um costume de jogar um pouco no chão antes de beber para o santo! — Aqui parra o santa!-diz o homem fazendo um gesto obceno. Imediatamente seu braço cresce e endurece. Os homens do bar fazem uma roda de orações e seu braço volta ao normal. O velho, entusiasmado, repete o ato do estrangeiro. O garçom vira-se para ele: — Meu senhor... O velho arreia as calças e diz: — AQUI PRO SANTO!-e sai correndo.
O velho estava de viagem por uma cidadezinha muito religiosa. Ele entra num bar para tomar uma pinguça quando percebe um jovem e rico estrangeiro. O estrangeiro pede:
— Garrçom, me dá um cerveja!
O garçom o entrega um copo e ele bebe de um gole só. O garçom, espantado, exclama:
— Meu senhor, aqui nós temos um costume de jogar um pouco no chão antes de beber para o santo!
— Aqui parra o santa!-diz o homem fazendo um gesto obceno.
Imediatamente seu braço cresce e endurece. Os homens do bar fazem uma roda de orações e seu braço volta ao normal.
O velho, entusiasmado, repete o ato do estrangeiro. O garçom vira-se para ele:
— Meu senhor...
O velho arreia as calças e diz:
— AQUI PRO SANTO!-e sai correndo.