O ônibus continua seu percurso, parando em tudo quanto é lugar pro pessoal subir e descer. Até que sobe um Caipira e o único lugar vazio que tinha sobrado era aquele, ao lado da velhinha. Quando o sugeito vai se sentar, a velhinha grita: — Cuidado cos ovo! O Caipira para e cata o saco de papel, entregando para velhinha. Aí, estranha o peso do saco e diz: — Mais que troço mais pesado, sô... isso aí é ovo? E a velhinha: — Não! É prego!
O ônibus continua seu percurso, parando em tudo quanto é lugar pro pessoal subir e descer.
Até que sobe um Caipira e o único lugar vazio que tinha sobrado era aquele, ao lado da velhinha. Quando o sugeito vai se sentar, a velhinha grita:
— Cuidado cos ovo!
O Caipira para e cata o saco de papel, entregando para velhinha.
Aí, estranha o peso do saco e diz:
— Mais que troço mais pesado, sô... isso aí é ovo?
E a velhinha:
— Não! É prego!